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29 novembro 2010

Visitar a Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe - Raposeira

A Ermida de Nossa Senhora de Guadalupe localiza-se na Freguesia de Raposeira.
Esta pequena ermida data do século XIII e possui diversos elementos góticos num base ainda românica.
A fachada principal apresenta um estilo gótico muito simples e rural, com portal ogival e uma rosácea a encimar.
O interior é de nave única, estando a capela-mor coberta por uma bonita abóbada com capitéis decorados.
Durante o século XV a Ermida foi integrada na Quinta da Raposeira, propriedade do Infante D. Henrique, restando ainda hoje vestígios do Paço medieval onde residiu o Infante que tornou possível o sucesso dos Descobrimentos Portugueses.
Em anos de seca era tradição vir em Romaria à Ermida, pedir a bênção da água a Santa Guadalupe.

Visitar a Praia do Burgau - Budens

A Praia do Burgau, situada na Freguesia de Budens, é um típico porto de pesca debruçado sobre o mar, num ambiente familiar e tranquilo. Junto da praia existe uma fortificação construída no reinado de D. João VI.

Visitar a Praia de Cabanas Velhas - Budens

A Praia de Cabanas Velhas, localizada na Freguesia de Budens, encontra-se rodeada por falésias. É uma praia de águas geralmente calmas e frequentada por praticantes de nudismo. Quando o mar permite, o surf e o bodyboard são igualmente uma opção. Muitas pessoas conhecem a praia como Praia do Barrancão.

Visitar a Praia de Salema - Budens

A Praia de Salema, localizada na Freguesia de Budens, é de pequenas dimensões e fica junto da povoação piscatória com o mesmo nome e que possui poucos empreendimentos turísticos. As águas são calmas e ideias para a prática de mergulho.
Nas suas arribas é possível encontrar pegadas de dinossauros fossilizadas.

28 novembro 2010

Visitar a Praia da Figueira - Budens

A praia da Figueira, localizada na Freguesia de Budens, é muito tranquila e tem um certo ar de fim de mundo, possivelmente devido à ausência de veículos na paisagem. O areal é delimitado por arribas de cores quentes com formas muito curiosas, onde se avistam, a nascente, as ruínas de uma fortificação do séc. XVI.
O parque de estacionamento fica a cerca de 500m da praia e o acesso pedonal é feito através de um trilho estreito que percorre um dos vales mais bonitos da região, com encostas verdejantes, áreas de pinhal e imponentes afloramentos rochosos calcários onde se avistam enormes grutas.

Visitar a Praia da Boca do Rio - Budens

A Praia da Boca do Rio fica situada na Freguesia de Budens a cerca de 5km da localidade. Esta praia que tem um extenso areal não é vigiada, nem dispõe de infra-estruturas de apoio. Reúne boas condições para a prática de mergulho.

Visitar a Igreja de São Sebastião - Budens

A Igreja de São Sebastião, localizada na Freguesia de Budens, terá sido construída no século XVI. Tem uma nave. Recebeu obras de recuperação no século XVIII, como atesta a data do portal principal (1762). Na segunda metade do século XIX e XX voltou a receber obras. No interior destacam-se as imagens religiosas existentes datáveis dos séculos XVII a XIX, bem como duas pias em grés da época manuelina.

Visitar o Forte de São Luís de Almadena - Budens

O Forte de São Luís de Almadena, localizado na Freguesia de Budens, deverá ter começado a ser construído por volta de 1632. Apesar do terramoto de 1755 não lhe ter provocado grandes estragos, o mesmo já não se pode dizer da acção da erosão e do abandono a que foi votado. Apesar de estar classificado como imóvel de interesse pública, encontra-se em ruínas e abandonado.

Visitar a Capela de Santo António - Budens

A Capela de Santo António, situada na Freguesia de Budens, terá sido construída no século XVII. O seu altar é em talha e possui uma imagem de Santo António em madeira, provavelmente, esculpida no século XVIII.

27 novembro 2010

Visitar a Igreja Matriz de Barão de São Miguel

A Igreja Matriz de Barão de São Miguel foi construída no século XVI. É de planta longitudinal com uma só nave e capela-mor. Possui uma fachada principal simples com portal com verga em arco de volta perfeira, encimado por um óculo, sendo a fachada terminada de forma triangular. A ladear a fachada pela direita, encontra-se uma torre sineira muito sóbria, com quatro olhais e rematada por um coruchéu piramidal. No interior destaca-se o retábulo barroco e a figura do orago.

Visitar o Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina - Vila do Bispo

O Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina abrange o litoral sudoeste de Portugal Continental, no sul do litoral alentejano e no barlavento algarvio em redor do Cabo de São Vicente. Inclui territórios de freguesias do Concelho de Vila do Bispo (Budens, Raposeira, Sagres e Vila do Bispo).
Na área do parque encontram-se diversos tipos de paisagens e habitats naturais e semi-naturais, tais como arribas e falésias abruptas e recortadas, praias, várias ilhotas e recifes de que se destaca o promontório de Sagres e Cabo de São Vicente, no Concelho de Vila do Bispo.
O clima é mediterrânico, mas com forte influência marítima. As temperaturas mantêm-se amenas todo o ano excepto em periodos de ventos de levante, quando estas podem subir ou descer vertiginosamente.
O regime de ventos é um importante factor no clima da região. Os ventos dominantes são do quadrante norte. Por vezes ocorrem ventos de sudoeste, principalmente no inverno, enquanto os de levante ocorrem com baixa incidencia o ano todo. Nas tardes de verão são comuns brisas maritimas intensas e carregadas de humidade.
A temperatura média anual é de 17/18ºC em Vila do Bispo, sendo 20 a 23ºC no Verão e 11 a 13º no Inverno os picos variam entre os -4ºc e os 40ºC
A zona do promontório de Sagres tem a menor amplitude térmica de Portugal Continental.
A flora do Parque Natural do Sudoeste Alentejano
e Costa Vicentina possui uma mistura de vegetação mediterrânica, norte-atlâncica e africana. Existem cerca de 750 espécies, das quais 100 são endémicas e 12 não existem em mais nenhum local do mundo.
Entre os endemismos há, por exemplo, plantas como: Biscutella vicentina, Scilla vicentina, Centaurea vicentina, Di
plotaxis vicentina,Hyacinthoides vicentina, Cistus palhinhae, Plantago almogravensis. Outras espécies são consideradas raras, como o samouco (Myrica faya), a sorveira (Sorbus domestica) ou a Silene rotlunaleri.
As espécies arbóreas na área do parque dividem-se em componentes classificadas como naturais e artificiais. As primeiras são dominadas por quercíneas, como o sobreiro (Quercus suber) e o carvalho cerquinho (Quercus faginea), em especial nos barrancos. O medronheiro(Arbutus unedo L.) também é característico desta zona.
As espécies arbóreas classificadas como artificiais são principalmente os pinheiros-bravos (Pinus pinaster), os eucaliptos (Eucaliptus globulus) e as acaçias.

O parque é uma área de passagem para aves planadoras e para os passeriformes migradores transarianos, nas suas deslocações entre as zonas de invernada em África e de nidificação na Europa. É a última área de cria da águia-pesqueira na Península Ibérica.
Entre as aves encontram-se, entre outras, as seguintes: águia-pesqueira (Pandion Haliaetus),cor
vo-marinho (Phalocrocorax spp.), pombo-da-rocha, cegonha-branca (Ciconia ciconia), garça(Egretta garzetta), falcão-peregrino (Falco peregrinus), peneireiro-das-torres (Falco naumanni),gralha-de-bico-vermelho (Pyrrhocorax pyrrhocorax), melro-da-rocha ou melro-azul (Monticola solitarius), peneireiro (Falco tinnunculus), guarda-rios, galinha-de-água (Gallinula chloropus), corvo(Corvus corax), pombo-da-rocha (Columba livia), torcaz (Columba palumbus L.), gaivota (Laridae), gralha-de-bico-vermelho (Pyrrhocorax pyrrhocorax), açor (Accipiter gentilis), gavião (Accipiter nisus), mocho (Strigidae), coruja, rouxinol, pintassilgo (Carduelis carduelis), tartaranhão-caçador(Circus pygargus), tartaranhão-azulado (Circus cyaneus), alcaravão (Burhinus oedicnemus), sisão(Tetrax tetrax), abibe (Vanellus vanellus), narceja (Gallinago gallinago), bufo-real (Bubo bubo),águia-de-bonelli (Hieraaetus fasciatus), águia-cobreira (Circaetus gallicus), ogea (Falco subbuteo),bufo-pequeno (Asio otus), rola (Streptopelia turtur).
Os mamíferos presentes na área do parque incluem, entre outros: lontra (Lutra lutra), fuinha(Martes foina), texugo (Meles meles), raposa (Vulpes vulpes), gato-bravo (Felis silvestris),sacarrabos (Herpestes ichneumon), javali (Sus scrofa), ouriço-cacheiro (Erinaceus europaeus),lince-ibérico (Lynx pardinus), geneta (Genetta genetta).
As fuinhas, as raposas (também chamadas zorras), os texugos e os sacarrabos (ou escalavardos) são encontrados nas zonas dunares e falésias. Os texugos escavam as tocas nas falésias. Esta zona é a única em Portugal, e das últimas na Europa, onde se encontram lontras em habitat marinho.
As grutas, como a do Monte Clérigo e a gruta Amarela, são refúgios para importantes comunidades de morcegos (Chiroptera).

Várias espécies de anfíbios reproduzem-se nas lagoas temporárias. Entre outros encontram-se o sapo (Bufo bufo), o sapo-de-unha-negra (Pelobates cultripes) e o sapinho-de-verrugas-verdes(Pelodytes punctatus).
Nessas zonas húmidas também se encontram crustáceos como o Triops cancriformis mauritanicus e outros endemismos ibéricos.

Entre os répteis encontram-se, por exemplo, a cobra-rateira (Malpolon monspessulanus) e a cobra-lisa-bordalesa (Coronella girondica).

Nos cursos de água, paúis e sapais encontram-se peixes dulciaquícolas que são endemismos portugueses como o barbo-do-sul (Barbus sclateri) e a boga portuguesa (Chondrostoma lusitanicum) e também um endemismo local, o escalo-do-Mira (Leuciscus sp.).


26 novembro 2010

Visitar Vila do Bispo

Vila do Bispo é uma vila portuguesa no Distrito de Faro, região e subregião do Algarve, com cerca de 956 habitantes (2001).
É sede de um município com 178,99 km² de área e 5 349 habitantes (2001), subdividido em 5 freguesias. O município é limitado a norte pelo município de Aljezur, a nordeste por Lagos e a sul e oeste tem litoral no oceano Atlântico. O litoral do município, desde a costa oeste até à praia de Burgau a leste, faz parte do Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina.
As freguesias de Vila do Bispo são as seguintes: Barão de São Miguel, Budens, Raposeira, Sagres, Vila do Bispo
Com 60% da sua área inserida no Parque Natural do Sudoeste Alentejano e Costa Vicentina, o concelho de Vila do Bispo é um dos poucos locais da região do Algarve onde a natureza selvagem, aliada a um património histórico cultural riquíssimo, se mantém intacta. Localizando-se no extremo mais ocidental da região, e com condições únicas e belezas raras que convidam a uma visita prolongada, apresenta duas realidades distintas: a costa ocidental - pouco recortada, e onde desaguam pequenos cursos de água doce - e a costa meridional, mais recortada em resultado da erosão, oferecendo uma magnífica visão de enseadas e baías. Desde as suas gentes, à sua variadíssima gastronomia e paradisíacas praias, Vila do Bispo proporciona a prática dos mais variados tipos de turismo e desportos, possibilitando um contacto saudável e harmonioso com a Natureza, na verdadeira acepção da palavra. Sol, mar e um vasto património histórico cultural perfazem, assim, a conjugação perfeita para quem quer sentir o misticismo do passado
e a dinâmica do presente. Por todos estes motivos, e por muitos mais que certamente irá descobrir, Vila do Bispo convida...

Festas, Feiras e Romarias
Dia 22 de Janeiro - Dia de São Vicente
Dia 24 de Março - Festa em honra de Nossa Senhora da Encarnação, na Raposeira
Dia 10 e 11 de Julho - Festa em honra de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro Padoeira de Burgau
Dia 7 e 8 de Agosto - Festas em honra de Nossa Senhora dos Navegantes - Padroeira da Praia da Salema
Dias 13, 14 e 15 de Agosto - Festas de Barão de S. Miguel
Dia 14 e 15 de Agosto - Festas de Sagres - Festas em honra de Nossa Senhora da Graça - Padroeira de Sagres
2º fim-de-semana - Feira anual e Festa Popular na Raposeira
Dia 8 de Dezembro - Festa em honra da Nossa Senhora da Conceição – Igreja Matriz de Vila do Bispo

O que Visitar
No Concelho:

Na Freguesia de Barão de São Miguel:

Na Freguesia de Budens:

Na Freguesia de Raposeira:

Na Freguesia de Sagres:

Na Freguesia de Vila do Bispo:
Fonte


Gastronomia

A gastronomia que caracteriza o concelho de Vila do Bispo, baseia-se no que o mar tem para oferecer, não fosse esta uma zona predominantemente piscatória.
A sua alimentação consiste essencialmente num leque variado de peixe fresco, confeccionado de variadíssimas formas, grelhado, assado, cozido ou frito, o marisco, que se come cozido e os bivalves que são abertos na chapa. Contudo, na época de caça que, normalmente tem início em Outubro e termina em Dezembro, é comum confeccionar-se pratos de javali, perdizes, codornizes, lebre ou coelho bravo.
Na doçaria utiliza-se o figo e a amêndoa com abundância, bem como a massa de pão com açúcar acrescido de outros ingredientes, como por exemplo os torresmos.
Alguns pratos confeccionados no concelho:
Cataplana
Carapaus alimados
Feijoada de choco
Grão com marisco
Lulas cheias
Massa de peixe
Papas de xarém
Sargo

Doçaria:
Pasteis de batata doce
Glórias de Vila do Bispo
Morgado de Figo
Queijo de Figo

Bebidas:
Aguardente de Medronho

Onde Ficar:
A Casa do Limoeiro
Apartamentos Atalaia
Casa Carvalho
Casa do Poço
Casa Jesus
Casa Rocha
Casa Sousa
Casas Baptista
Casas Mimosa
Estabelecimento de Hospedagem “Monte Loureiro"
Quinta das Figueiras
Aldeia da Pedralva -Turismo de Aldeia
Apartamentos Turísticos Quatro Ventos
Hotel Apartamento Don Tenório
Hotel Martinhal

21 novembro 2010

Visitar a Igreja de São Bartolomeu - Vila Viçosa

A Igreja de São Bartolomeu, localizada na Freguesia de São bartolomeu (Vila Viçosa), é uma igreja seiscentista, também conhecida por Igreja de São João Evangelista. Esta Igreja fora pertença do Colégio dos Jesuítas.
Ostenta na sua fachada uma certa imponência no estilo barroco, forrada a bardilho marmóreo da região, com três ordens de janelas e três portais ladeados de colunas dóricas. Possui duas exuberantes torres quadrangulares, sem coruchéus, e em cujos campanários de seis sinos se inclui o famoso Caracena que serviu o relógio público da Torre de Menagem do Castelo e que nas Guerras da Restauração foi fortemente danificado pelas tropas do general espanhol daquele nome.
No interior do templo, abundante de mármores e de boa talha, é notável o sacrário de madeira dourada e podem apreciar-se, ainda, esculturas de madeira estofada e diversas telas dos séculos XVII e XVIII.
Na sacristia anexa, de onde saíram as peças mais valiosas para o Museu de Arte Sacra, existem, ainda, diversas alfaias do culto, bastante apreciáveis, além de um aparatoso arcaz paramenteiro de madeira de carvalho.

Visitar a Igreja da Misericórdia - São Bartolomeu (Vila Viçosa)

A Igreja da Misericórdia, localizada na Freguesia de São Bartolomeu (vila Viçosa) resultou da fusão de dois institutos de beneficiência: a Albergaria do Espírito Santo cuja origem remonta ao século XV e a Irmandade da Misericórdia, recém fundada pelo Duque D. Jaime, já nos inícios do século XVI.

Visitar o Convento e Igreja de Santa Cruz - São Bartolomeu (Vila Viçosa)

O Convento de Santa Cruz de Vila Viçosa, localizado na Freguesia de São Bartolomeu, convento feminino da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho, foi fundado cerca do ano de 1525.
Actualmente a igreja é propriedade privada e a estrutura conventual pública.

Visitar a Igreja de Santo António - São Bartolomeu (Vila Viçosa)

Visitar a Estátua de Florbela Espanca - São Bartolomeu (Vila Viçosa)

A Estátua de Florbela Espanca, localizada na Freguesia de São Bartolomeu (Vila Viçosa), é uma homenagem à poetisa portuguesa, batizada com o nome Flor Bela de Alma da Conceição e nascida em Vila Viçosa a 8 de Dezembro de 1894. A sua vida de trinta e seis anos foi tumultuosa, inquieta e cheia de sofrimentos íntimos que a autora soube transformar em poesia da mais alta qualidade, carregada de erotização e feminilidade. Ficou imortalizado musicalmente o seu poema "Ser Poeta" pela musica "Perdidamente" dos Trovante. Florbela Espanca suicidou-se no dia do seu 36º aniversário em Matosinhos, a 8 de Dezembro de 1930.

Visitar a Estátua de Bento Jesus Caraça - São Bartolomeu (Vila Viçosa)

A Estátua de Bento de Jesus Caraça é uma homenagem ao matemático português, resistente antifascista e militante do Partido Comunista Português nascido em Vila Viçosa a 18 de Abril de 1901 que veio a falecer em Lisboa a 25 de Junho de 1948.
Bento Jesus Caraça licenciou-se em 1923, no Instituto Superior de Ciências Económicas e Financeiras (actual ISEG).
Em 1936 funda o Núcleo de Matemática, Física e Química juntamente com outros recém doutorados nas áreas da matemática e física.
Em 1938, com os professores Mira Fernandes e Beirão da Veiga, funda o Centro de Estudos de Matemáticas Aplicadas à Economia, que dirigiu até Outubro de 1946, ano da sua extinção pelo Governo.
Em 1940, com os professores António Monteiro, Hugo Ribeiro, José da Silva Paulo e Manuel Zaluar criou a Gazeta de Matemática
Em 1941 cria a "Biblioteca Cosmos", para edição de livros de divulgação científica e cultural, a qual publicou 114 livros, com uma tiragem global de 793 500 exemplares.
Em 1946 é preso pela PIDE e, em Outubro desse mesmo ano, demitido do lugar de professor catedrático do ISCEF.
Colaborou também nas revistas Técnica, Gazeta da Matemática, Seara Nova, Vértice e Revista de Economia.
Em 1943 torna-se presidente da Sociedade Portuguesa de Matemática.

19 novembro 2010

Visitar o Palácio dos Matos Azambuja - Nossa Senhora da Conceição (Vila Viçosa)

O Palácio dos Matos Azambuja ou casa dos Arcos, como é vulgarmente conhecido, é um edifício nobre situado na Freguesia de Nossa Senhora da Conceição, Concelho de Vila Viçosa.
Localiza-se perto do Paço Ducal, do Convento dos Agostinhos ,do Convento das Chagas onde se encontra a Pousada D. João IV, do Santuário de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, bem como do Castelo de Vila Viçosa.
Foi construída em 1599 por nobres que possivelmente estariam relacionadas com a Casa de Bragança, como indica a sua proximidade ao Paço Ducal.

Visitar o Paço Ducal de Vila Viçosa - Nossa Senhora da Conceição

O Paço Ducal de Vila Viçosa, localizado na Freguesia de Nossa Senhora da Conceição, é um importante monumento situado no Terreiro do Paço da vila alentejana do distrito de Évora. Foi durante séculos a sede da sereníssima Casa de Bragança, uma importante família nobre fundada no século XV, que se tornou na Casa Reinante em Portugal, quando em 1 de Dezembro de 1640 o 8º Duque de Bragança foi aclamado Rei de Portugal (D.João IV).
As obras, comandadas por D.Jaime, iniciaram-se em 1501, sendo dessa época o claustro e a zona da capela, bem como as actuais salas da Armaria.
O 5º Duque, D.Teodósio I, nomeado Condestável do Reino, em 1535 mandou ampliar o Palácio para as faustosas festas do matrimónio real, em 1537, o Duque mandou construir a imponente fachada do palácio, revestida a mármore, ao gosto italiano, que hoje podemos admirar.
O Palácio apresenta uma grande colecção de obras de arte (pintura, mobiliário, escultura, etc..), sendo particularmente nobres as salas do primeiro piso, de que são exemplos as Salas da Medusa, dos Duques (com retratos de todos os duques até ao século XVIII) no tecto) e de Hércules, muitas delas enobrecidas com belíssimos fogões de sala de mármore esculpido. Permanecem particularmente vivas no palácio as memórias dos dois últimos reinados (fruto da especial predilecção que por ele tiveram os soberanos), como se pode observar nos aposentos régios e nos inúmeros exemplares da obra artística do rei D.Carlos (aguarelas e pastel). A cozinha apresenta uma das maiores colecções de baterias de cozinha, em cobre. São ainda de realçar a Biblioteca (com exemplares bastante preciosos) e a armaria. Nas antigas cocheiras está instalada uma secção do Museu Nacional dos Coches, onde entre outras carruagens, se pode admirar o landau que transportava a Família Real no dia do regicídio.

Visitar o Museu do Mármore - Nossa Senhora da Conceição (Vila Viçosa)

O Museu do Mármore, localizado na Freguesia de Nossa Senhora da Conceição, está albergado na estação dos caminhos-de-ferro, um edifício que data de 1904. Do edifício secular destacamos os belos painéis de azulejos que evocam paisagens alentejanas e recantos urbanos de Vila Viçosa, concedendo uma beleza singular à edificação.
O Museu do Mármore oferece ao visitante preciosas informações sobre o passado e o presente de uma actividade que remonta ao tempo dos romanos. Da extracção à transformação do mármore, passando pela apresentação dos objectos e instrumentos de trabalho utilizados.
A visita inicia-se na Sala Ruivina, um espaço onde são apresentados diversos elementos relacionados com a pedra natural. Ali, através de vários painéis informativos, o visitante ficará a conhecer todo o processo de formação da rocha.
Encontram-se também vários objectos e instrumentos de trabalho, utilizados nas pedreiras e unidades de transformação, que oferecem a possibilidade de conhecer, in loco, a evolução tecnológica que tem marcado a actividade no decorrer do tempo (Sala Branca).
Numa outra fase da visita são reveladas amostras do mármore já polido e pronto a comercializar, bem como diferentes peças trabalhadas pelas mãos habilidosas dos homens. Da arte de esculpir a pedra falamos também quando nos referimos às verdadeiras obras de arte, criadas nos Simpósios de Escultura que se realizaram em Vila Viçosa, expostas na parte exterior do museu.
Na fase final deste percurso, o visitante é convidado a assistir ao vídeo “Vila Viçosa... vila de mármore”, produzido pelo Departamento de Geociências da Universidade de Évora. Um trabalho que permite consolidar os conhecimentos adquiridos ao longo de toda a visita e que narra múltiplos aspectos relacionados com a cultura local.

18 novembro 2010

Visitar a Igreja de Nossa Senhora da Lapa - Nossa Senhora da Conceição (Vila Viçosa)

Visitar a Igreja dos Agostinhos - Nossa Senhora da Conceição (Vila Viçosa)

A Igreja dos Agostinhos, localizada na Freguesia de Nossa Senhora da Conceição (Vila Viçosa) foi fundada no século XIII, foi reconstruída no século XVII. É um belo exemplar barroco, de fachada um pouco pesada mas imponente, flanqueada por duas altivas torres sineiras.
Esta Igreja encontra-se classificada como Monumento Nacional.

Visitar a Igreja de Nossa Senhora da Conceição - Nossa Senhora da Conceição (Vila Viçosa)

A igreja de Nossa Senhora da Conceição, localizada na Freguesia de Nossa Senhora da Conceição (Vila Viçosa), é uma obra renascentista, com três naves e cinco tramos, que conserva a estátua gótica de Nossa Senhora da Conceição padroeira de Portugal que D. João IV coroou, em 1646, como rainha

Visitar a Estátua de Públia Hortênsia de Castro - Nossa Senhora da Conceição (Vila Viçosa)

A Estátua de Públia Hortênsia de Castro, localizada na Freguesia de Nossa Senhora da Conceição, é uma homenagem a Vila Viçosa 1548 Évora 1595 foi uma das mais notáveis e célebres figuras do humanismo português nascida em Vila Viçosa em 1548 e tendo morrido em Évora em 1595.

Visitar o Cruzeiro de Vila Viçosa - Nossa Senhora da Conceição

17 novembro 2010

Visitar o Convento das Chagas de Cristo - Nossa Senhora da conceição (Vila Viçosa)

O Convento das Chagas de Cristo, localizado na Freguesia de Nossa Senhora da Conceição, era uma casa religiosa fundada em 1514 por D. Jaime, 4.º duque de Bragança.
Posteriormente, o convento foi entregue às monjas da ordem feminina de Santa Clara.
O padroado do cenóbio manteve-se na Casa de Bragança até ao século XIX, altura em que foi anexado pela Fazenda Nacional. Mais tarde, o rei D. Carlos voltaria a adquiri-la para a Casa de Bragança. Em 1932, o exilado D. Manuel II doou o convento ao Arcebispado de Évora. As suas instalações foram utilizadas para diversos fins, estando, presentemente, a sofrer importantes obras de restauro e reintegração.
O portal principal da igreja localiza-se na parede lateral, espaço que assume o maior protagonismo arquitectural. Vários e desnivelados elementos compõem a sua estrutura. O portal revela uma linguagem renascentista constituído por pilastras ladeando um arco de volta perfeita, marcado por frontão ressaltado e medalhões antropomórficos nas cantoneiras. Lateralmente impõe-se um janelão rectangular. No lado oposto, o corpo dos coros e da nave é marcado por contraforte dividindo dois monumentais arcos cegos. Contígua sobressai a torre de quatro sinos, encimada por vertical coruchéu hexagonal e marcado por quatro pináculos.
A nave, única e ampla, apresenta uma cobertura de abóbadas ogivais nervuradas e artesoadas, filiando-se na arte manuelina e revelando uma profusa decoração classicista de emblemática franciscana, rodeada por motivos fitomórficos, zoomórficos e de pequenas cabeças de anjos. As paredes apresentam-se revestidas por azulejos do século XVII, realçando a beleza de pinturas narrando episódios da vida de S. Francisco de Assis. No espaço da nave surgem quatro altares de talha dourada, os dois colaterais seiscentistas, enquanto os restantes laterais são obra barroca do século XVIII e se encontram enquadrados por silhares de azulejos.
O arco de triunfo da capela-mor é moldurado com clássicos motivos em mármore branco, sendo a cobertura da cabeceira realizada por abóbada manuelina polinervurada. No século XIX, as paredes e o tecto da capela-mor receberam pinturas neoclássicas. O retábulo-mor é de talha dourada do século XVII, apresentando uma tela com o episódio da "Incredulidade de S. Tomé", para além de um sacrário triangular com um relevo da "Ressureição de Cristo".
Os mais espantosos apontamentos arquitectónicos do cenóbio revelam-se nos dois coros. A Capela de S. João Baptista - mostrando o seu belo retábulo quinhentista de "S. João em Patmos" e bons apontamentos de azulejos e de frescos na abóbada - estabelece a ligação à sacristia e ao claustro, partindo deste pátio o acesso ao admirável coro baixo - panteão das mais ilustres senhoras da Ordem das Clarissas e da Casa de Bragança, sob as quais se encontra a cripta das abadessas. Este coro baixo é obra do século XVII e apresenta abóbada manuelina de aresta, sustentada por coluna central, estrutura alterada pela decoração rocaille da segunda metade do século XVIII.
O acesso ao monumental coro alto é realizado por um antecoro profusamente decorado. Esta ala conventual é de maiores dimensões do que a igreja, estando coberta por uma abóbada de berço pintada com motivos barrocos do século XVII.
O claustro do século XVI foi reformulado no século seguinte. A claustra é formada por dois andares e cada galeria está dividida em cinco tramos contrafortados. O piso inferior é preenchido por uma dupla colunata de arcos de volta perfeita, enquanto o andar superior é ritmado por aberturas rectangulares duplas e separadas por pilastras em mármore. Na parte superior do claustro foram edificadas outras dependências, enquanto o espaço interno das galerias claustrais possui pequenas capelas revelando sepulturas, altares, pinturas murais e outras decorações.
Actualmente este convento funciona como Pousada.

15 novembro 2010

Visitar o Castelo de Vila Viçosa - Nossa Senhora da Conceição

O Castelo de Vila Viçosa, que em tempos foi uma fortaleza moura, fica situado na Freguesia de Nossa Senhora da Conceição. No local onde existia a fortaleza moura, D. Dinis mandou construir um poderoso castelo e uma muralha à volta de toda a vila, ampliada depois por D. Fernando com mais duas portas. No século XVII, o castelo foi novamente reforçado com paredes de 4 a 5 metros, que ajudou a travar o exército espanhol.

Visitar a Capela de São João Baptista da Carrasqueira - Nossa Senhora da Conçeição (Vila Viçosa)

A Capela de São João Baptista da Carrasqueira, localizada na Freguesia de Nossa Senhora da Conceição (Vila Viçosa) é também denominada de «Ermida de São João Baptista da Carrasqueira»

10 novembro 2010

Visitar Vila Viçosa

Vila Viçosa é uma vila portuguesa, localizada no Distrito de Évora, região Alentejo e subregião do Alentejo Central, com 5 400 habitantes.
É sede de um município com 194,62 km² de área e 8 871 habitantes (2001), subdividido em cinco freguesias. O município é limitado a norte e leste pelo município de Elvas, a sul pelo Alandroal, a oeste pelo Redondo e a noroeste por Borba.
Em Vila Viçosa mantiveram-se os duques de Bragança durante vários séculos até à Proclamação da República as suas propriedades e o magnífico Paço Ducal de Vila Viçosa.

As freguesias de Vila Viçosa são as seguintes: Bencatel, Ciladas, Conceição (Vila Viçosa), Pardais, São Bartolomeu (Vila Viçosa)



Breve Resumo Histórico
Vila Viçosa foi ocupada pelos romanos e muçulmanos até ser conquistada em 1217 durante o reinado de D. Afonso II. D. Sancho II, em 1270 recebe foral de D. Afonso III vendo o seu nome mudado de Vale Viçoso para Vila Viçosa. No século XIV, D. Dinis manda erigir o Castelo de Vila Viçosa.

Na Crise de 1383-1385, o comendador-mor da Ordem de Avis, Vasco Porcalho, traiu e, tomando o partido de Castela, apossou-se de Vila Viçosa com duzentos e cinquenta homens seus e duzentos castelhanos, o que obrigou a população a fugir para Borba. Um ano e alguns meses depois, na debandada geral que se seguiu à batalha de Aljubarrota, Vasco Porcalho e a sua hoste abandonaram quer a vila quer o castelo.

Em 1461 Vila Viçosa passou a fazer parte do Ducado de Bragança. Em 1500, Jaime I de Bragança foi convidado a regressar à corte por D. Manuel I, sendo-lhe restituídos os títulos e as terras do ducado.

Em 1502 com o início da construção do Paço Ducal de Vila Viçosa, Vila Viçosa tornou-se a sede do Ducado de Bragança. Em 1512, Vila Viçosa recebe o foral de D. Manuel I.

Durante o domínio filipino, Vila Viçosa, era sede da maior corte ducal da Península Ibérica. Em 1640, um grupo de conspiradores convenceu o então João II, Duque de Bragança a aceitar o trono de Portugal, tornando-se a 1 de Dezembro de 1640, D. João IV (1640-1656) dando início à Dinastia de Bragança.

A partir desta data, Vila Viçosa, perdeu fulgor e tornou-se na residência real de férias. Em 1646, João IV de Portugal ofereceu a coroa de Portugal a Nossa Senhora da Conceição como agradecimento pela boa campanha da Guerra da Restauração, tornando-se Nossa Senhora da Conceição, Rainha e Padroeira de Portugal. A partir desta data, mais nenhum Rei de Portugal usou a coroa.

Vila Viçosa foi fortemente abalada pelo Terramoto de 1755. No início do século XIX, Vila Viçosa foi saqueada durante as Invasões Francesas.

Na década de 1930, com a exploração dos mármores (Mármore de Estremoz) e abertura do Paço Ducal de Vila Viçosa para turismo, Vila Viçosa começou a modificar-se até aos dias de hoje. Actualmente, como acontece com muitas cidades alentejanas, sua população encontra-se em diminuição, cujo principal factor responsável é a emigração para outras regiões de Portugal ou mesmo do estrangeiro.

Economia
A economia do concelho de Vila Viçosa assenta essencialmente na indústria de extracção e transformação do mármore. O mármore de Vila Viçosa é reconhecido a nível mundial, e Vila Viçosa é conhecida a nível nacional como Capital do Mármore. O segundo sector económico mais importante do concelho, é o turismo, recebendo Vila Viçosa anualmente cerca de cem mil turistas. A agro-pecuária é ainda uma importante fonte de receitas para o concelho.


O que Visitar

Na Freguesia de Ciladas
Forte do Conde
Igreja
Ponte Romana
Ribeira da Asseca

Na Freguesia de Conceição (Vila Viçosa)
Capela de São João Batista da Carrasqueira
Castelo de Vila Viçosa
Convento das Chagas de Cristo
Cruzeiro de Vila viçosa
Estátua de Publia Hortênsia de Castro
Igreja de Nossa Senhora da Conceição
Igreja dos Agostinhos
Igreja de Nossa Senhora da Lapa
Museu do Mármore
Paço Ducal de Vila viçosa
Palácio dos Matos Azambujas

Na Freguesia de Pardais
Igreja de Santa catarina

Na Freguesia de São Bartolomeu (Vila Viçosa)
Estátua de Bento Jesus Caraça
Estátua de Florbela Espanca
Igreja de Santo António
Igreja e Convento de Santa Cruz
Igreja da Misericórdia
Igreja de São Bartolomeu



Gastronomia
Entradas
Azeitonas
Enchidos
Queijos

Sopas
Sopa da Panela
Sopa de Tomate
Sopa de Batata
Sopa de Cachola
Sopa de Beldroegas
Sopa de Cação
Sopa de Cebola
Sopa Dourada

Pratos
Açorda
Cozido à Alentejana
Ensopado de Borrego
Gaspacho
Migas
Pezinhos de Coentrada

Sobremesas
Arroz-doce
Azevias
Bolo Finto
Filhó
Queijadas

Onde comer...
Em Vila Viçosa
A Tasquinha do Zé
Churrasqueira Irmãos Broa
Restaurante D. Carlos
Restaurante D. João IV
Restaurante do Paço
Restaurante Florbela Espanca
Marisqueira O Cantinho do Paraíso
Restaurante O Forno
Restaurante O Framar
Restaurante O Paraíso
Restaurante O Pipo
Restaurante O Regional
Restaurante O Restauração
Restaurante Os Cucos
Restaurante Ouro Branco
Restaurante Peixinhos
Pizzaria A Canga
Pizzaria O Paço Ducal
Tasca O Necas
Taverna dos Conjurados

Em Bencatel
Café Central
Café dos Caçadores
Pizzaria A Paragem

Em São Romão Restaurante Bendito
Restaurante O Carreiro

Onde Ficar
Hospedaria D. Carlos
Pousada D. João IV
Quinta do Alfaval
Solar dos Mascarenhas
Herdade da Ribeira de Borba

07 novembro 2010

Visitar o Convento de Santo António do Alva - Vila Cova de Alva

O Convento de Santo António do Alva, localizado na Freguesia de Vila Cova de Alva, é hoje uma propriedade particular.
Este Convento tem a sua maior elevação no claustro do século XVIII, divide-se em duas partes distintas: a Igreja, que possui no seu interior retábulos de estilo nacional, um órgão com elementos Rococó, entre outros pontos de interesse, e o edifício conventual, muito transformado, mas onde ainda se pode observar restos da Sala do Capitulo, do Refeitório, do Dormitório e o Claustro, de cinco vãos e pequenas dimensões, cujo piso térreo ainda se mantém intacto. Este é constituído por colunas da ordem toscana que assentam num muro.
A primeira pedra do Convento foi lançada a 21 de Setembro de 1713. A chegada dos religiosos acontece, porém, um ano antes, em 19 de Março de 1712, com o objectivo de construir o edifício. Este terá sido concluído em 24 de Fevereiro de 1723, data em que se transladou o Santíssimo Sacramento, acompanhado pelos religiosos, para o Convento. A razão pela qual se terá construído este Convento em Vila Cova de Alva ainda está por explicar, embora se apontem algumas condições que terão concorrido para esta edificação: a proximidade de outras duas comunidades religiosas, em Folques (com o Mosteiro dos Crúzios) e em Vila Pouca da Beira (com o Convento de Franciscanos), a existência de uma vida religiosa mais ou menos intensa, as condições atmosféricas e hídricas, entre outras.

Visitar a Ponte Romana de Vila Cova de Alva

Visitar o Pelourinho de Vila Cova de Alva

O Pelourinho de Vila Cova de Alva, é uma construção manuelina em granito.
O Pelourinho é de fuste octogonal, rematado em agulha quadrangular ornamentada.

Visitar a Igreja da Misericórdia - Vila Cova de Alva

A Igreja da Misericórdia, localizada na Freguesia de Vila Cova de Alva, terá sido Construída no Século XVIII. Infelizmente o seu estado degradado levou, inclusivamente, á destruição total do interior.
A sua frontaria barroca, do século XVIII, exibe duas zonas, uma delas rectangular, que enquadra o portal com pilastras ladeadas de aletas. O frontão é interrompido por um óculo quadrilobado.
A empena, tal como o frontão, é interrompida por um nicho que ainda ostenta uma escultura da Virgem com o Menino, datada do século XV-XVI.

Visitar a Igreja Matriz de Vila Cova de Alva

A Igreja Matriz de Vila Cova de Alva terá sido construída no início do século XVIII, como atesta uma inscrição na sua fachada com a data de 1712.
O portal desta Igreja é de vão rectangular e é acompanhado de pilastras com alto remate em forma de nicho. Tem quatro janelas com frontão e a linha de empena apresenta-se cortada pelo pedestal da cruz. Possui uma Capela–Mor e duas outras capelas abertas no corpo. Bem fornecida de cantarias é de torre única. Os seus retábulos são da primeira metade do século XVIII, de estilo nacional. O seu orago á Nossa Senhora da Natividade.
A reconstrução, ocorrida em 1952, levou a alterações na torre da igreja, retirando-lhe o varandim que se situava no seu topo, em harmonia com o conjunto arquitectónico constituído pelo adro, e construindo o coruchéu que hoje podemos observar.

Visitar as Almas de Vila Cova de Alva