A Ponte da Conraria, é uma Ponte de ferro sobre o Rio Ceira, que liga as Freguesias de Castelo Viegas e Ceira.
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12 dezembro 2019
10 dezembro 2019
Visitar o Rio Mondego - Castelo Viegas (Coimbra)
O rio Mondego, que banha a Freguesia de Castelo Viegas, é o quinto maior rio português e o primeiro de todos os que têm o seu curso inteiramente em Portugal. Nasce na serra da Estrela, percorre toda a região do Centro (Região das Beiras) e tem a sua foz no oceano Atlântico, junto à cidade da Figueira da Foz.
09 dezembro 2019
Visitar a Igreja de Santo Estêvão - Castelo Viegas (Coimbra)
A igreja de Santo Estêvão, localizada na Freguesia de Castelo Viegas, tem um belíssimo enquadramento paisagístico, distribui-se em volumes escalonados constituídos pelo templo e pelo adro, com lanços de escadaria e patamares lançados na encosta. De tipologia muito singela, possui nave única, coberta com tecto de madeira, e capela-mor rectangular com abóbada de berço, aberta por arco triunfal de volta perfeita. As duas capelas laterais são cobertas com abóbadas pétreas, e na capela do lado do Evangelho destaca-se a parede fundeira, revestida com silhares oitocentistas de azulejos azuis e brancos, de fabrico regional, com cenas da Vida da Virgem. Na fachada principal, de empena triangular, avulta o portal principal, de vão recto, com um singelo frontão curvo encimado por pequeno óculo redondo. Mais interessante é a fachada Sul, com portal semelhante, mas rematado por um busto relevado do Padre-Eterno. Originalmente erguia-se na fachada um campanário, substituído já no século XX pela actual torre sineira.
08 dezembro 2019
Visitar o Convento de São Jorge de Milreus - Castelo Viegas (Coimbra)
O Convento de São Jorge de Milreus, localizado na Freguesia de Castelo Viegas, terá sido fundado em 1080.
Nos meados desse século XII, o Convento terá atingido grande prosperidade, conforme parece depreender-se da grande doação que Salvador Viegas fez ao cenóbio, em 1159, de um assinalável conjunto de bens nas imediações.
O que hoje é possível verificar em São Jorge de Milreus é o produto de uma grande campanha remodeladora, levada a cabo a partir de 1526. Esta monumental campanha, de carácter maneirista, foi mais uma de quantas os Jesuítas efectuaram por todo o país, entrando no governo da instituição precisamente nesse século XVI. Nos dois séculos seguintes, o convento foi objecto de numerosas campanhas artísticas parcelares, destacando-se os revestimentos azulejares da igreja e da sala do capítulo, datáveis da primeira metade do século XVIII, e a campanha de pintura joanina executada por André Gonçalves para a capela-mor da igreja.
A partir de 1834, com a passagem para a posse de privados, Milreus viu o seu património artístico ser sucessivamente alienado, apesar de o seu espaço ter tido sempre ocupação.
Nos meados desse século XII, o Convento terá atingido grande prosperidade, conforme parece depreender-se da grande doação que Salvador Viegas fez ao cenóbio, em 1159, de um assinalável conjunto de bens nas imediações.
O que hoje é possível verificar em São Jorge de Milreus é o produto de uma grande campanha remodeladora, levada a cabo a partir de 1526. Esta monumental campanha, de carácter maneirista, foi mais uma de quantas os Jesuítas efectuaram por todo o país, entrando no governo da instituição precisamente nesse século XVI. Nos dois séculos seguintes, o convento foi objecto de numerosas campanhas artísticas parcelares, destacando-se os revestimentos azulejares da igreja e da sala do capítulo, datáveis da primeira metade do século XVIII, e a campanha de pintura joanina executada por André Gonçalves para a capela-mor da igreja.
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