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22 setembro 2019
20 agosto 2019
30 julho 2019
23 julho 2019
Visitar a Igreja de Nossa Senhora da Ajuda - Monforte da Beira
A Igreja da Nossa Senhora da Ajuda, localizada na Freguesia de Monforte da Beira, é do século XVI. Apresenta altar-mor e laterais de talha dourada, e um Cristo Crucificado, do século XIV, em estilo gótico.
19 julho 2019
14 julho 2019
11 julho 2019
Visitar a Igreja de Nossa Senhora dos Altos Céus - Lousa (Castelo Branco)
A Igreja de Nossa Senhora dos Altos Céus, localizada na Freguesia de Lousa, é um edifício de construção sólida constituído por uma só nave separada da capela-mor por arco de volta perfeita, por uma sacristia do lado Norte, por sacristia nova, cartório e sala do lado Sul e pela torre sineira contígua com a frontaria.
A frontaria é bela e elegante. Ao centro da fachada o portal de grandes dimensões e condizente janelão.
A ligação e decoração destes dois elementos arquitectónicos é feita por notável trabalho em cantaria granítica talhada ao estilo barroco com ramagens e voluptas que emolduram a frase "HAEC EST DOMUS DEI ET PORTA CELI" (Esta é a casa de Deus e a porta do Céu).
O interior do templo é rasgado nas suas paredes laterais por seis janelas, duas na capela-mor e quatro simetricamente implantadas no corpo da igreja. O acesso ao templo faz-se por amplo pórtico na frontaria ou pela porta do lado Sul, chamada "porta pequena".
No Corpo da Igreja destacam-se os seus quatro altares: o de São Miguel e o do Sagrado Coração de Jesus do lado esquerdo e os do Calvário e de Nossa Senhora do Rosário do lado direito.
O púlpito de madeira talhada é suportado por modilhão em granito.
O Baptistério de abobada de cantaria foi edificado rompendo-se a parede do lado Sul por arco em cantaria.
A Fonte Baptismal é de duas peças de cantaria granítica; a peça da copa é decorada em gomos de feitio canelado.
Encontra-se ainda no corpo da igreja o coro alto suportado por duas elegantes colunas.
A capela-mor é marcada pela imagem da padroeira de madeira policroma ao centro do retábulo em nicho de grandes dimensões.
O retábulo em madeira de castanho é decorado com marmoreados em diversos tons e com algum entalhamento dourado ao gosto do Barroco tardio.
Ladeiam a imagem da padroeira sobre mísolas a imagem de São José, à esquerda, e a imagem de um santo bispo e monástico.
O altar posterior em fino granito está decorado na base que o suporta com motivos eucarísticos, trabalho do canteiro José Pinto.
A abóbada de berço pleno é de madeira pintada: ao centro medalhão com a adoração do Santíssimo Sacramento rodeado de outros de menor dimensão com os evangelistas.
A sacristia do alçado Norte possui no interior um belo arcaz do século XVIII e ainda o fontanário de duas bicas. Digno de registo é o trabalho de marcenaria empregue na porta que dá acesso à capela-mor.
A torre sineira, de edificação seguramente posterior à igreja, tem num dos seus cunhais gravada a data de 1845 que nos parece bastante realista como data da sua construção.
A frontaria é bela e elegante. Ao centro da fachada o portal de grandes dimensões e condizente janelão.
A ligação e decoração destes dois elementos arquitectónicos é feita por notável trabalho em cantaria granítica talhada ao estilo barroco com ramagens e voluptas que emolduram a frase "HAEC EST DOMUS DEI ET PORTA CELI" (Esta é a casa de Deus e a porta do Céu).
O interior do templo é rasgado nas suas paredes laterais por seis janelas, duas na capela-mor e quatro simetricamente implantadas no corpo da igreja. O acesso ao templo faz-se por amplo pórtico na frontaria ou pela porta do lado Sul, chamada "porta pequena".
No Corpo da Igreja destacam-se os seus quatro altares: o de São Miguel e o do Sagrado Coração de Jesus do lado esquerdo e os do Calvário e de Nossa Senhora do Rosário do lado direito.
O púlpito de madeira talhada é suportado por modilhão em granito.
O Baptistério de abobada de cantaria foi edificado rompendo-se a parede do lado Sul por arco em cantaria.
A Fonte Baptismal é de duas peças de cantaria granítica; a peça da copa é decorada em gomos de feitio canelado.
Encontra-se ainda no corpo da igreja o coro alto suportado por duas elegantes colunas.
A capela-mor é marcada pela imagem da padroeira de madeira policroma ao centro do retábulo em nicho de grandes dimensões.
O retábulo em madeira de castanho é decorado com marmoreados em diversos tons e com algum entalhamento dourado ao gosto do Barroco tardio.
Ladeiam a imagem da padroeira sobre mísolas a imagem de São José, à esquerda, e a imagem de um santo bispo e monástico.
O altar posterior em fino granito está decorado na base que o suporta com motivos eucarísticos, trabalho do canteiro José Pinto.
A abóbada de berço pleno é de madeira pintada: ao centro medalhão com a adoração do Santíssimo Sacramento rodeado de outros de menor dimensão com os evangelistas.
A sacristia do alçado Norte possui no interior um belo arcaz do século XVIII e ainda o fontanário de duas bicas. Digno de registo é o trabalho de marcenaria empregue na porta que dá acesso à capela-mor.
A torre sineira, de edificação seguramente posterior à igreja, tem num dos seus cunhais gravada a data de 1845 que nos parece bastante realista como data da sua construção.
08 julho 2019
05 julho 2019
Visitar a Igreja de São Martinho - Lardosa
A Igreja de São Martinho, localizada na Freguesia de Lardosa, é uma edificação de estilo joanino que possui talha dourada no altar-mor.
03 julho 2019
01 julho 2019
Visitar a Igreja de São Pedro - Escalos de Cima
A Igreja de São Pedro, localizada na Freguesia de Escalos de Cima, apresenta numa das paredes da nave uma inscrição funerária do tempo da romanização.
27 junho 2019
26 junho 2019
16 junho 2019
Visitar a Igreja de São Miguel e Sé Catedral de Castelo Branco
A Igreja de São Miguel e Sé Catedral de Castelo Branco, localiza-se na freguesia de Castelo Branco. Esta Igreja remonta à Idade Média.
Originalmente de traçado românico, sofreu alterações ao longo dos séculos, sendo hoje maioritariamente visíveis os elementos da arquitectura barroca e rococó. O arco do cruzeiro foi alterado a cerca de 1608 sendo ainda visíveis vestígios da estrutura original do século XVI. As principais campanhas de intervenção arquitectónica ocorreram em 1682, visível nos dois níveis inferiores da fachada, de cariz barroco, e em 1691, com a introdução de pinturas da autoria de Bento Coelho em oito capelas. Em 1771, com a passagem de Castelo Branco a Diocese, a igreja eleva-se a catedral e recebe nesta altura obras de beneficiação. Em 1785 é reconstruída a capela-mor e em 1791 introduzidas pinturas de Pedro Alexandrino no retábulo (de 1785) e na Capela do Santíssimo. Outras intervenções de beneficiação foram executadas nos séculos XIX e XX.
A fachada principal é dominada por três portais no nível térreo (laterais com frontão triangular e central mais elevado com frontão curvo interrompido), duas janelas a ladear um nicho com uma estátua de São Miguel no nível intermédio, óculo circular no nível superior, e duas torres sineiras laterais. No interior, a nave longitudinal apresenta seis altares laterais em talha dourada.
Encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1978.
Visitar a Igreja de Santa Maria do Castelo - Castelo Branco
A Igreja de Santa Maria do Castelo, localizada na Freguesia de Castelo Branco, foi edificada no séc. XIII dentro do perímetro da muralha defensiva, a Igreja de Santa Maria foi a primeira igreja matriz de Castelo Branco. Até ao séc. XIV era no seu adro que se reuniam os homens-bons e as autoridades monástico-militares.
Destruída em 1640 durante as guerras de Portugal com Castela pela Restauração da Independência, incendiada em 1704 e vítima das Invasões Francesas que passaram por Castelo Branco lideradas pelo general Junot, acabou por cair em ruína, tendo sido completamente reconstruída no séc. XIX.
Na fachada lateral Norte, a parede sem reboco revela o primitivo templo românico. No interior, de nave única, ainda podemos encontrar algumas pedras tumulares antigas, entre as quais se vê o túmulo de um poeta albicastrense do séc. XVI, João Rois.
Destruída em 1640 durante as guerras de Portugal com Castela pela Restauração da Independência, incendiada em 1704 e vítima das Invasões Francesas que passaram por Castelo Branco lideradas pelo general Junot, acabou por cair em ruína, tendo sido completamente reconstruída no séc. XIX.
Na fachada lateral Norte, a parede sem reboco revela o primitivo templo românico. No interior, de nave única, ainda podemos encontrar algumas pedras tumulares antigas, entre as quais se vê o túmulo de um poeta albicastrense do séc. XVI, João Rois.
15 junho 2019
Visitar a Igreja da Misericórdia - Castelo Branco
A Igreja da Misericórdia, localizada na Freguesia de Castelo Branco, é também conhecida por Igreja de Santo António.
Uma primitiva igreja foi construída no séc. XVI por Simão Silva e em conjunto com uma casa que funcionava como hospital constituíam a Misericórdia.
É o barroco joanino que marca a fisionomia do actual edifício, na exuberância escultórica da fachada confinada à estreita rua em que se situa. No frontão do portal podemos ver a imagem de Santa Isabel e no cunhal do templo um nicho guarda a de Santo António.
No interior, de nave única, destacam-se as representações seiscentistas da Visitação e dos Esponsais de Santa Isabel com São Zacarias, nos altares das capelas laterais. A capela-mor tem um altar barroco de talha dourada e uma imagem de madeira policromada de São Francisco. No tecto de madeira pintado, podemos ver um trabalho local representando ao centro o Pentecostes.
Uma primitiva igreja foi construída no séc. XVI por Simão Silva e em conjunto com uma casa que funcionava como hospital constituíam a Misericórdia.
É o barroco joanino que marca a fisionomia do actual edifício, na exuberância escultórica da fachada confinada à estreita rua em que se situa. No frontão do portal podemos ver a imagem de Santa Isabel e no cunhal do templo um nicho guarda a de Santo António.
No interior, de nave única, destacam-se as representações seiscentistas da Visitação e dos Esponsais de Santa Isabel com São Zacarias, nos altares das capelas laterais. A capela-mor tem um altar barroco de talha dourada e uma imagem de madeira policromada de São Francisco. No tecto de madeira pintado, podemos ver um trabalho local representando ao centro o Pentecostes.
12 junho 2019
Visitar o Convento da Graça - Castelo Branco
O Convento da Graça ou Convento de Nossa Senhora das Graças, localizado na Freguesia de Castelo Branco, é actualmente a sede da Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco.
No Convento da Graça encontrava-se a sepultura de Simão da Costa, o pai de Bartolomeu da Costa.
O actual edifício foi construído ao lado do conventinho (o conventinho ficou a ser a Igreja do convento) e é um exemplo da Arquitectura Chã, tão característica do final do séc XVI, do qual ressalta a estrutura clara e robusta do claustro. Por trás do altar-mor da Igreja da Graça encontra-se a Capela (carneiro) dos Fonsecas, construída por Diogo da Fonseca (um de quatro irmãos ilustres de Castelo Branco) para servir de mausoléu à sua família.
No Convento da Graça encontrava-se a sepultura de Simão da Costa, o pai de Bartolomeu da Costa.
O actual edifício foi construído ao lado do conventinho (o conventinho ficou a ser a Igreja do convento) e é um exemplo da Arquitectura Chã, tão característica do final do séc XVI, do qual ressalta a estrutura clara e robusta do claustro. Por trás do altar-mor da Igreja da Graça encontra-se a Capela (carneiro) dos Fonsecas, construída por Diogo da Fonseca (um de quatro irmãos ilustres de Castelo Branco) para servir de mausoléu à sua família.
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