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16 junho 2018

Visitar a Igreja de Santa Maria Madalena da Falperra - Nogueira (Braga)

A Igreja de Santa Maria Madalena, também conhecida como Igreja da Falperra, situada na Freguesia de Nogueira, é uma igreja que foi construída com o objectivo de ser um santuário. Encontra-se na serra da Falperra.
A igreja foi construída no século XVIII e apresenta arquitectura religiosa Barroca.
O interior está revestido de azulejos do século XVIII do ceramista Policarpo de Oliveira Fernandes.
Esta Igreja está classificada como Monumento Nacional.

07 junho 2018

Visitar Braga

Braga é uma cidade portuguesa situada ao Norte de Portugal, no Minho. É sede dum município com 183,4 km² de área, uma população de 192 494 habitantes.
Braga tem uma história bi-milenar que se iniciou na Roma Antiga, quando foi fundada em 16 a.C. como Bracara Augusta em homenagem ao imperador romano Augusto.
Na gíria popular é conhecida como "A cidade da Juventude", que apesar de ser a cidade mais antiga de Portugal é simultaneamente uma cidade preenchida por muitos jovens e um espírito jovem, chegando a ser distinguida como a cidade mais jovem da Europa.
A "Roma Portuguesa": no século XVI o arcebispo D. Diogo de Sousa, influenciado pela sua visita à cidade de Roma, desenha uma nova cidade onde as praças e igrejas abundam tal como em Roma.
A "Cidade Barroca": durante o século XVIII o arquitecto André Soares transforma a cidade de Braga no Ex-Libris do Barroco em Portugal.
A "Cidade dos Arcebispos", durante séculos o seu Arcebispo foi o mais importante na Península Ibérica; É ainda detentor do título de Primaz das Espanhas.
A "Cidade Romana" que no tempo dos romanos era a maior e mais importante cidade situada no território onde seria Portugal. 
A "Capital do Minho" ou o "Coração do Minho", por estar localizada no centro desta província.
A "Cidade dos Três Sacro-Montes": são santuários situados a Sudeste da cidade numa cadeia montanhosa, e são pela ordem Este a Sul: O Bom Jesus, Sameiro e a Falperra (Sta. Maria Madalena e Sta. Marta das Cortiças).

Pequena Resenha Histórica

Os vestígios da presença humana na região vêm de há milhares de anos, como comprovam vários achados. Um dos mais antigos é a Mamoa de Lamas, um monumento megalítico edificado no período Neolítico. No entanto, apenas se consegue provar a existência de aglomerados populacionais em Braga na Idade do Bronze. Caracterizam-se por fossas e cerâmicas encontradas em Alto da Cividade, local onde existiria uma povoação e por uma necrópole que terá existido na zona dos Granjinhos.
Na Idade do Ferro, desenvolveram-se os chamados "castros". Estes eram próprios de povoações que ocupavam locais altos do relevo. Os celtas eram os seus habitantes e, nesta região em particular, habitavam os Brácaros (em latim: Bracari), que dariam nome à cidade, após a sua fundação e os romanos terem forçado as populações descerem ao vale.
No decurso do século II a.C., a região foi tomada pelos romanos. Braga foi edificada em 16 a.C., com a designação de Bracara Augusta, em homenagem ao imperador romano Augusto (r. 27 a.C.–14 d.C.). A cidade tornar-se-ia capital da província da Galécia e integraria os três conventos do Noroeste peninsular e parte do Convento de Clúnia, com uma população de aproximadamente 285 000 tributários livre nas 24 cividade no ano 25.
Desta época data também a criação do bispado de Bracara Augusta, segundo a lenda, São Pedro de Rates foi o primeiro bispo bracarense entre os anos 45 e 60, ordenado pelo apóstolo Santiago Maior que teria vindo da Terra Santa e foi martirizado quando convertia povos aderentes à religião romana no noroeste da Península Ibérica. Mas, só no ano 385 é que o papa Sirício faz referência à metropolitana de Bracara Augusta.
Após a Queda do Império Romano do Ocidente, Bracara Augusta tornou-se na capital política e intelectual do Reino Suevo. Por ordem do rei Ariamiro foi realizado o concílio de Braga, entre 1 de Maio de 561 a 563, tendo sido presidido por São Martinho de Dume, bispo titular de Bracara. Deste concílio resultaram grandes reformas, principalmente no mundo eclesiástico e linguístico, destacando-se a criação do ritual bracarense e a abolição de elementos linguísticos pagãos.
Posteriormente, com o declínio do povo Suevo (o antigo Reino da Galiza), foi dominada pelo Reino Visigótico, durante mais de três séculos.
Em 715, os mouros atingem e tomam Braga.
No ano 868, com o rei das Astúrias Afonso III, o processo da reconquista cristã ganha novo ímpeto e a cidade de Braga é integrada durante alguns anos no Reino das Astúrias, tal como o Porto e mais tarde - em 878 - Coimbra.
No século XI a cidade é reorganizada, provavelmente com a nova designação de "Braga". É iniciada a construção da muralha citadina e da Sé, por ordem do bispo D. Pedro de Braga, sobre restos de um antigo templo romano dedicado à deusa Ísis, que teria mais tarde sido convertido numa igreja cristã. A cidade desenvolve-se em torno da Sé, ficando restringida ao perímetro amuralhado. Braga foi nessa altura oferecida como dote, por Afonso VI de Leão e Castela, à sua filha D. Teresa, no seu casamento com D. Henrique de Borgonha. Estes últimos foram senhores da cidade entre 1096 a 1112. Em 1112, doam a cidade aos Arcebispos. Com a elevação do bispado bracarense a arcebispado, a cidade readquire uma enorme importância a nível Ibérico.
Sob o reinado de D. Dinis (r. 1279–1325), a muralha citadina é requalificada, é ainda construída a torre de menagem. Mais tarde, foram adicionadas nove torres, de planta quadrangular, à muralha existente, concluindo-se também o Castelo de Braga em torno da torre de menagem existente. No século XVI, o Arcebispo de Braga D. Diogo de Sousa modifica a cidade profundamente, introduzindo-lhe ruas, praças, novos edifícios, provocando-lhe também o crescimento para além do perímetro amuralhado. Do século XVI ao XVIII, por intermédio de vários arcebispos, os edifícios de traça medieval vão sendo apagados e substituídos por edifícios de Arquitectura religiosa da época.
No século XVIII, Braga por intermédio da inspiração artística de André Soares transforma-se no Ex-Libris do Barroco em Portugal. Nos fins deste século, surge em várias edificações o Neoclássico com Carlos Amarante. Mais uma vez, por intermédio de vários arcebispos, os edifícios religiosos são novamente alterados com a introdução do Barroco e o Neoclássico.
Nos cem anos que se seguem, irrompem conflitos devidos às invasões francesas e lutas liberais. Em 20 de março de 1809 a cidade é palco da Batalha do Carvalho d'Este e vítima de vários saques realizados pelas tropas napoleónicas. A cidade viria a ser reocupada a 5 de abril. Em 1834, com o fim das lutas liberais, são expulsas várias ordens religiosas de Braga, deixando o seu espólio para a cidade. Em consequência da Revolta da Maria da Fonte na Póvoa de Lanhoso, área sob jurisdição do quartel militar bracarense, a cidade é palco de importantes confrontos entre o povo e as autoridades. No final do século XIX, o centro da cidade deixa a área da Sé de Braga e passa para a Avenida Central. Em 1875, é inaugurado pelo rei D. Luís a linha e estação dos comboios de Braga.


Geografia do Concelho

Situada no coração do Minho, a cidade de Braga encontra-se numa região de transições de Este para Oeste, entre serras, florestas e leiras aos grandes vales, planícies e campos verdejantes. Terras construídas pela natureza e moldadas pelo Homem.
Físicamente situa-se entre o Rio Douro e o Rio Minho. Ocupando 183,51 km², e variando entre 20 a 572 metros de altitude, o concelho é bastante diversificado. O terreno a Norte situado na margem esquerda do Rio Cávado, é semi-plano, graças ao grande vale do Rio Cávado. A parte Este caracteriza-se por montanhas, tais como a Serra do Carvalho (479m), Serra dos Picos (566m), Monte do Sameiro (572m) e o Monte Sta Marta (562m). Entre a Serra do Carvalho e a Serra dos Picos nasce o Rio Este, formando o vale d'Este, já a Sul da Serra dos Picos desenvolve-se o planalto de Sobreposta-Pedralva. A Sul, como a Oeste o terreno é um misto de montanhas, colinas e médios vales. O centro da cidade situa-se no alto da colina de Cividade (215m), desenvolvendo-se para o vale do Rio Cávado a Norte e Oeste, e para o vale do Rio Este a Este e Sul.
O território bracarense pertence a duas bacias hidrográficas, a bacia hidrográfica do rio Cávado a Norte e a bacia hidrográfica do rio Ave a Sul. O rio Cávado, de caudal médio, é o elemento hidrográfico predominante a Norte, existindo também diversas ribeiras que desaguam neste. O território a Sul é marcado pelo rio Este e seus diversos afluentes, como o rio Veiga, todos de pequeno caudal. O solo, dado pertencer ao sistema montanhoso do Gerês e a sua proximidade ao Oceano Atlântico, é bastante rico em água.
O concelho é predominantemente urbano, principalmente em torno da cidade. As áreas rurais que outrora predominavam, hoje, confinam-se aos limites do concelho. É ainda de salientar que as colinas de maior cota e as montanhas encontram-se cobertas por manchas florestais, apesar da pressão urbana e dos fogos florestais que sucederam nos últimos anos.

Clima

O clima em Braga, pelo facto de se situar entre serras e o Oceano Atlântico, é tipicamente atlântico temperado. Os Invernos são amenos e pluviosos , e geralmente com ventos moderados de Sudoeste. O vento pode também soprar do Norte, normalmente forte, o que geralmente provoca uma grande descida da temperatura, estes ventos são designados como Nortadas. Em anos frios ocorre a queda de neve, havendo temperaturas mínimas médias de -3 °C. As Primaveras são tipicamente amenas, com grandes aberturas e ventos suaves. As brisas matinais ocorrem com maior frequência, principalmente nas maiores altitudes. No vale do Cávado, a baixa altitude, é normal existirem os nevoeiros matinais. De salientar o mês de Maio que é bastante propício às trovoadas, devido ao aquecimento do ar húmido com a chegada do Verão. Os verões são quentes e soalheiros com ventos suaves d'Este. Nos dias mais frescos, podem ocorrer espontaneamente chuvas de curta duração, estas chuvas são bastante importantes para a vegetação da região, pois reabastece os lençóis de água o que torna a região rica em vegetação durante o ano inteiro, pela qual é conhecida por Verde Minho. Os Outonos são amenos e pluviosos, geralmente com ventos moderados. Os recordes de temperatura forma de -6.3 °C em 2001 e 41.3 °C em 1943. Enquanto a temperatura desce, aumenta a pluviosidade. Existe uma maior frequência de nevoeiros, principalmente no vale do Cávado onde ocorrem os nevoeiros matinais mais densos.


A visitar:

No Concelho

Na Freguesia de Adaúfe

Na Freguesia de Arcos

Na Freguesia de Arentim

Na Freguesia de Aveleda

Na Freguesia de Cabreiros

Na Freguesia de Celeirós

Na Freguesia de Cividade

Na Freguesia de Crespos

Na Freguesia da Cunha

Na Freguesia de Dume

Na Freguesia de Escudeiros

Na Freguesia de Espinho

Na Freguesia de Esporões

Na Freguesia de Ferreiros

Na Freguesia de Fradelos

Na Freguesia de Fraião

Na Freguesia de Frossos

Na Freguesia de Gondizalves

Na Freguesia de Gualter

Na Freguesia de Guisande

Na Freguesia de Lamaçães

Na Freguesia de Lamas

Na Freguesia de Lomar

Na Freguesia de Maximinos

Na Freguesia de Mire de Tibães

Na Freguesia de Morreira

Na Freguesia de Navarra

Na Freguesia de Nogueira

Na Freguesia de Nogueiró

Na Freguesia de Padim da Graça

Na Freguesia de Palmeira

Na Freguesia de Panóias

Na Freguesia de Parada de Tibães

Na Freguesia de Pedralva

Na Freguesia de Pousada
Na Freguesia de Priscos

Na Freguesia de Real

Na Freguesia de Ruilhe

Na Freguesia de Santa Lucrécia de Algeriz

Na Freguesia de Santo Estevão de Penso

Na Freguesia de São João do Souto

Na Freguesia de São Julião dos Passos

Na Freguesia de São Lázaro

Na Freguesia de São Mamede de Este

Na Freguesia de São Paio de Merelim

Na Freguesia de São Pedro da Oliveira

Na Freguesia de São Pedro de Este

Na Freguesia de São Pedro de Merelim

Na Freguesia de São Vicente

Na Freguesia de São Vicente do Penso

Na Freguesia de São Victor

Na Freguesia da Sé

Na Freguesia de Semelhe

Na Freguesia de Sequeira

Na Freguesia de Sobreposta

Na Freguesia de Tadim

Na Freguesia de Tebosa

Na Freguesia de Tenões

Na Freguesia de Trandeiras

Na Freguesia de Vilaça

Na Freguesia do Vimieiro

Onde Dormir
Hotel Raul
Hotel Senhora a Branca
Casa da Ponte do Porto
Casa do Arco
Studio Campo Novo
MicroRent Rooms
Liberdade Guest House
Sabores Gelados


Onde Comer
Twine
Alma d'Eça
Páteo
Mostarda & Chocolate
Bira dos Namorados
Hamburgueria DeGema
Alta Burguesia-Hamburgueria Gourmet
Churrasqueira da Sé
Kanpal Fusion Braga
Hocho
Sushi Lapa
Nikko
Restaurante O Rochedo
Restaurante Marisqueira Segredos do Mar
Marisqueira de Braga
Restaurante Docamar
Lakkana
La Piola
Ristorante Pizzeria Papilloni
Sale & Dolce
Restaurante Italiano - Mamma Mia
Delicatum
28 Wine & Food
Mercado das Tapas
Taperia palatu
Casa de Pasto das Carvalheiras
Domus Vinum
Restaurante Hibiscus
Semente - Centro Macrobiotico de Braga
Sabor natural
Restaurante Alfacinha/Macrobiótico
Restaurante Anjo Verde/Vegetariano
Restaurante Gosto Superior/Vegetariano
Tasquinha da Ribeira
Tasquinha Bracarense
Tasca do Brito
Taberna Velhos Tempos
Taberna Romana
Taberna Migaitas
Taberna Holandesa
Taberna do Félix
Taberna Belga
Solar de Sant'Ana
Segredos dos Verde Minho
Restaurante Trota's
Restaurante Tia Isabel
Restaurante T4
Restaurante Solar do Paço - Tebosa
Restaurante Silva's
Restaurante Sameiro
Restaurante Sagres cervejaria
Restaurante S. Frutuoso
Restaurante S. francisco
Restaurante Rotiveminho
Restaurante Rota
Restaurante Restinga
Restaurante Quinta do Xisto
Restaurante Quinta de Cabanas
Restaurante Quinta Capela
Restaurante Pórtico
Restaurante Pevidem
Restaurante Pedra Cavalgada
Restaurante Paulo Padeiro
Restaurante pata Negra
Restaurante Panorâmico/Hotel Elevador
Restaurante O Lago
Restaurante O Jacó
Restaurante O Gato do Rio
Restaurante O Alexandre
Restaurante Mini Sport
Restaurante Many Times
Restaurante Manjar bacalhau
Restaurante Maneta
Restaurante Luz Natural
Restaurante Lobattos
Restaurante Lareira do Conde
Restaurante Inácio
Restaurante Hotel Rural Alves
Restaurante Helvetia
Restaurante Forno Mágico
Restaurante Forever
Restaurante Ferreirense
Restaurante Expositor do Migaitas
Restaurante Espaço 12
Restaurante Escolhe Tu
Restaurante El Olivo
Restaurante Dona Júlia
Restaurante Dona Elvira
Restaurante Dona Cuca
Restaurante Diana
Restaurante De Bouro
Restaurante da Lameira
Restaurante Cruz Sobral
Restaurante Cozinha da Sé
Restaurante Copo1/2
Restaurante Confraria
Restaurante Comfort Inn/Braga
Restaurante Colher D' Pau
Restaurante Centurium
Restaurante Central Bom Jesus
Restaurante Casa Pimenta
Restaurante Casa Gil
Restaurante Casa das Artes
Restaurante Casa Alves
Restaurante Campo da Vinha
Restaurante Caldo Entornado
Restaurante Brac
Restaurante Bocas
Restaurante Boa Boca
Restaurante Bem-Me-Quer
Restaurante Bacalhau à Narcisa
Restaurante Augusta
Restaurante As Manas
Restaurante Aristides
Restaurante Arcoense
Restaurante Apetecia-me
Restaurante Águeda
Restaurante Adega Transmontana
Restaurante Adega Regional Tenões
Restaurante Adega Malhoa
Restaurante Abadia D'Este
Restaurante A Taskinha
Restaurante A Pérola
Restaurante A Flor de Sal
Frigideiras do Cantinho
Frigideiras da Sé
Café Vianna

01 maio 2018

Visitar o Parque da Cidade - Mealhada

O Parque da Cidade, localizado na Freguesia da Mealhada está inserido na zona norte da cidade da Mealhada, junto à estrada que liga a cidade à Serra do Buçaco, nasceu de uma reconversão dos antigos viveiros florestais. Constitui um amplo espaço verde e de lazer, com diversos equipamentos lúdicos e desportivos, nomeadamente, Campos de Ténis, Mini Campo de Futebol e basquetebol, Campo de Basquetebol, Campo de Areia, Circuito de Manutenção e Ciclovias.

29 abril 2018

Visitar as Termas do Luso

As termas do Luso, localizadas na Freguesia do Luso, são rodeadas pela beleza indescritível da Serra do Buçaco com a sua arborização secular, permitem a recuperação do equilíbrio perfeito entre Corpo, Mente e Alma. A requalificação desta histórica estância termal foi cuidadosamente projetada de modo a congregar diferentes valências que proporcionam uma experiência verdadeiramente única: Termalismo, Spa Termal (com as vertentes Esthetics e Acqua) e Medical Center (com a Medicina Física e Reabilitação).

Visitar a Serra do Buçaco - Luso

A Serra do Buçaco, localizada na Freguesia do Luso, em tempos também chamada serra de Alcoba, tem 549 metros de altitude na zona do marco geodésico, situado no seu planalto, começa na zona do Ninho de Águia e termina na famosa Livraria do Mondego. Abrange os concelhos da Mealhada, Mortágua, Penacova e na sua extensão contém a Mata Nacional do Buçaco (Mealhada), o conjunto de moinhos de vento da Portela da Oliveira, o santuário da Senhora do Monte Alto e parte da Livraria do Mondego, os três em Penacova.
É também nesta serra que são captadas as águas do Caldas de Penacova. A mata que existe ainda hoje na Serra do Buçaco foi mandada plantar pela Ordem dos Carmelitas Descalços no primeiro quarto do século XVII; os Carmelitas construíram também aí o Convento de Santa Cruz do Buçaco, destinado a albergar essa ordem monástica, e que existiu entre 1628 e 1834, data da extinção das ordens religiosas em Portugal. Presentemente, no seu lugar existe o Hotel Palace Buçaco.


A Mata Nacional do Buçaco, considerada área protegida, possui espécies vegetais do mundo inteiro, algumas gigantescas, além do mundialmente célebre Cupressus lusitanica. Foi nesta serra que se travou a batalha do Buçaco em 1810, entre as forças anglo-lusas comandadas pelo Duque de Wellington, de um lado, e as francesas comandadas por André Massena, de outro, facto que é recordado no Museu Militar do Buçaco.

24 dezembro 2015

Visitar o Miradouro da Cruz Alta - Luso

11 julho 2011

Visitar a Serra da Arrábida - Setúbal

A Serra da Arrábida é uma elevação situada na margem norte do estuário do Rio Sado, na Península de Setúbal com o ponto mais alto a 501 metros de altitude, no Concelho de Setúbal, e características peculiares de clima e flora. O seu clima é temperado mediterrânico, apresentando uma flora rica em espécies mediterrânicas, tais como a azinheira, sobreiro, carvalho. O topónimo Arrábida tem origem desconhecida. Há quem defenda que vem do castelhano Rábida, através do árabe al-ribat, e defenda que «arrábita» é uma palavra de origem árabe que significa grosso modo «local de oração», ligando-se semanticamente ao verbo "vigiar" em árabe. Outra hipótese para a origem deste topónimo bem como de outros na região tais como Évora, Sado e Sesimbra é terem origem nos povos proto e pré-históricos do sul de Portugal tais como os cónios e relacionados com a cultura megalitica.
Aqui viveram os poetas Frei Agostinho da Cruz e Sebastião da Gama, que fizeram da serra um motivo recorrente nas suas obras.

31 maio 2011

Visitar o Aqueduto da Serra do Pilar - Oliveira do Douro (Vila Nova de Gaia)

O Aqueduto da Serra do Pilar, localizado na Freguesia de Oliveira do Douro, é construção setecentista, também denominada por "Aqueduto de Sardão" e foi construída em 1720 por José Bento Leitão de modo a transportar água de uma nascente em Vilar de Andorinho, para o seu palacete da Quinta do Sardão. O aqueduto é composto por vinte e três arcos plenos e de grande dimensão, assentes em altos pilares, de diferentes alturas, acompanhando os desníveis do terreno.

18 abril 2011

Visitar o Parque da Pena - São Pedro de Penaferrim (Sintra)

O Parque da Pena localizado na Freguesia de São Pedro de Penaferrim, em plena Serra de Sintra é uma propriedade murada, situada nos cumes da área nascente-oriental da Serra, com altos penedos e pronunciados vales, de exposição preferencial a Norte. A altura máxima do Parque encontra-se na Cruz Alta (o pico mais alto da Serra, com 528 metros) e a zona mais baixa é a da Feteira da Condessa, situando-se nos 380 metros.
O Parque é composto por multiplos talhões, ao longo dos seus cerca de 200 hectares de extensão, com características diversas, servidos por uma extensíssima rede de caminhos que se constituem como um verdadeiro e intencional labirinto. No seu interior, erguem-se construções de grande beleza, como o Chalet da Condessa, o Templo das Colunas, o Trono, o Palácio e os Lagos.

19 março 2011

Visitar o Cabo da Roca - Colares

O Cabo da Roca é o ponto mais ocidental do continente europeu. Situa-se na Freguesia de Colares. O local é visitável, não até ao extremo mas até uma zona à altitude de 140 m. O cabo forma o extremo ocidental da Serra de Sintra.

18 março 2011

Visitar a Serra da Carregueira - Belas

A serra da Carregueira é um maciço situado na Freguesia de Belas, composto por uma série de colinas que, pelo seu relevo mais acidentado, se destacam do relevo ondulado envolvente.

12 março 2011

Visitar a Serra de Sintra

A Serra de Sintra pertence à mesma cordilheira da Serra da Estrela, que termina no Cabo da Roca, assinalando o limite ocidental europeu. Tem cerca de 10 quilómetros de Leste a Oeste e aproxidamente 5 km de largura, tendo o seu maior pico uma altitude de 529 metros. Tem uma fauna riquíssima, sendo exemplo dela, a raposa, a gineta, a toupeira, a salamandra, o falcão peregrino, a víbora e diversas espécies de répteis escamados. O seu clima é temperado com bastantes influências oceânicas, apresentando por isso uma pluviosidade superior em relação à restante área da Grande Lisboa. Daí resulta também uma vegetação única. Cerca de novecentas espécies de flora são autóctones e 10% são endemismos. Algumas delas são o carvalho, o sobreiro e pinheiro-manso. É um local ideal paa praticantes de escalada e montanhismo, já que as escarpas estão, na maioria, orientadas a Oeste, o que aumenta o tempo de luz em tardes de Verão. É na Serra de Sintra que podemos encontrar o Castelo dos Mouros, o Palácio da Pena, o Convento dos Capuchos, Palácio de Monserrate.

Visitar o Rio Jamor - Sintra

O Rio Jamor nasce na Serra da Carregueira, freguesia de Belas, e atravessa várias Freguesias do Concelho de Sintra, antes de entra no vizinho concelho de Oeiras.

28 dezembro 2010

Visitar a Serra da Estrela - Fornos de Algodres

Não fazendo parte da área geográfica da Serra da Estrela, o Concelho de Fornos de Algodres está a ela intimamente ligado, e de vários pontos do Concelho a vista para a Serra é deslumbrante.

19 dezembro 2010

Visitar o Cerro de São Miguel - Moncarapacho

O Cerro de São Miguel, localizado na Freguesia de Moncarapacho, tem uma altidude de 411 metros. É também conhecido como "Monte Figo", e é a maior elevação da Serra de Monte Figo. O seu cume é um excelente miradouro, sendo possível vislumbrar uma parte considerável da costa sul algarvia.