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10 abril 2019

Visitar a Domus Municipalis de Bragança - Santa Maria (Bragança)

A Domus Municipalis localiza-se na Freguesia de Santa Maria, cidade de Bragança. Destaca-se por ser o único exemplar de arquitectura civil em estilo Românico na Península Ibérica.
Foi construído no século XII. Em alvenaria de pedra, apresenta planta na forma um pentágono irregular. Possui um subterrâneo, que abriga uma cisterna abobadada. Serviu como cisterna de água, mas existem dúvidas acerca de se teria sido esta a sua função original.
A designação porque é hoje conhecida (em latim "Domus Municipalis", em língua portuguesa "Casa Municipal") deve-se a ter sido utilizado como Paços do Concelho pela Administração Municipal de Bragança.
Encontra-se classificado como Monumento Nacional.

19 fevereiro 2019

Visitar a Basílica de Santo Cristo - Outeiro (Bragança)

A basílica de Santo Cristo do Outeiro é uma igreja-santuário na Freguesia de Outeiro.
Esta basílica é monumento nacional desde 1927 e recebeu em 12 de Julho de 2014 o título de Basílica menor, atribuído pela Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos.
Começou a ser construída em 1698. Apesar de o templo estar aberto ao culto desde o dia 3 de maio de 1713, só foi efectivamente concluído em 1739.
A arquitectura do templo distingue-se pela simetria e equilíbrio de proporções. Segue propositadamente um modelo barroco inspirado na arquitetura manuelina, tendo como fonte principal a igreja do Mosteiro de Santa Maria de Belém, numa tentativa de reviver o período áureo dos descobrimentos antes do domínio filipino.
A fachada principal inspira-se na igreja do Mosteiro de São Vicente de Fora. É rasgada por um magnífico portal geminado, encimado por uma grande rosácea e flanqueada por duas torres sineiras com remate piramidal.
O interior, de gosto barroco, é típico das igrejas-salão. Sobressaem os altares de talha policromada e dourada.
Na sacristia destacam-se as pinturas de caixotões pelo pintor valisoletano Damião Bustamante, realizadas em 1768 e seguindo também uma tendência revivalista seiscentista.

10 janeiro 2019

Visitar a Igreja de São Bento - Castro de Avelãs

A Igreja de São Bento, localizada na Freguesia de Castro de Avelãs é um dos monumentos mais simbólicos do Nordeste transmontano, ilustrando simultaneamente a arte românica e a vida monacal da região.
Do projecto românico primitivo, subsiste a cabeceira, tripartida e escalonada quer em altura, quer em dimensão. De planta semi-circular de dois tramos, a capela-mor e os absidíolos são uma obra única na nossa arte românica. Ao contrário do que foi comum no Portugal medieval, o material empregue foi o tijolo, matéria de muito menor custo que a pedra. Os muros exteriores são decorados com grandes arcaturas cegas, de arco duplo a pleno centro, que ritmam horizontalmente a totalidade dos alçados. A decoração empregue é estritamente geométrica, com molduras salientes e frisos em dentes de serra.
Aquando da sua construção, a igreja detinha grande monumentalidade, pois previa um plano de três naves (de que ainda resta o arranque de uma nave lateral) e uma fachada harmónica com duas torres ladeando um corpo central.
No interior, no absidíolo direito, existe o túmulo de D. Nuno Martins de Chacim, mandado executar cerca de 1262 e decorado unicamente com motivos heráldicos e um epitáfio inacabado.
Esta Igreja está classificada como Monumento Nacional.

06 julho 2018

Visitar a Sé de Braga - Sé (Braga)

A Sé de Braga localiza-se na freguesia da Sé e constitui-se na sede do bispado fundado, segundo a tradição, por São Tiago Maior que aqui terá deixado como primeiro bispo o seu discípulo, São Pedro de Rates. Devido a essa origem apostólica é considerada como Sacrossanta Basílica Primacial da Península Ibérica, e o seu Arcebispo, Primaz das Espanhas. Possui liturgia própria, a liturgia bracarense.
Este é um dos mais importantes templos do românico no país, aqui encontram-se os túmulos de Henrique de Borgonha, conde de Portugal e sua esposa, Teresa de Leão, pais de D. Afonso Henriques.
A sua história melhor documentada remonta à obra do primeiro bispo, D. Pedro de Braga, e corresponde à restauração da Sé episcopal em 1070, de que se conservam poucos vestígios.
Em 1128 foi iniciado um edifício de cinco capelas na cabeceira, por iniciativa do arcebispo D. Paio Mendes, parcialmente destruído pelo terramoto de 1135. Respeitando os cânones arquitectónicos dos Beneditinos clunicenses, os trabalhos foram dirigidos por Nuno Paio.
Em 1268 as obras ainda não estavam concluídas. O edifício continuou a ser modificado com algumas intervenções artísticas, sendo particularmente significativa a galilé, mandada construir, na fachada, por D. Jorge da Costa nos primeiros anos do século XVI e que viria a ser concluída por D. Diogo de Sousa.
Em 1688 foi modificada toda a frontaria ao gosto barroco, mandando executar também o zimbório que ilumina o cruzeiro.
Encontra-se classificada como Monumento Nacional desde 1910.

28 junho 2018

Visitar a Ponte do Prado - São Paio de Merelim

A Ponte do Prado localiza-se sobre o Rio Cávado, entre as freguesias de São Paio de Merelim, e o concelho de Vila Verde.
Foi construída em 1617, sob o reinado de Filipe I de Portugal, com traça do arquitecto António de Castro e está classificada como Monumento Nacional desde 1910.

19 junho 2018

Visitar a Capela de São Frutuoso - Real (Braga)

A Capela de São Frutuoso, localizada na Freguesia de Real, foi edificada por iniciativa de São Frutuoso, bispo de Braga e de Dume na segunda metade do século VII.
Durante o século XVII, foi incorporada no Convento de São Francisco (Braga), cuja igreja é actualmente sede da paróquia de São Jerónimo de Real.
Tem uma capela única de pequenas dimensões, em estilo pré-Românico, com traça Suevo-visigótica, aparentemente inspirada nos mausoléus bizantinos.
O seu interior é considerado como exemplar único da Arquitetura da alta Idade Média Galaica.
Esta Capela está classificada como Monumento Nacional.

Visitar a Ponte do Porto - Pousada

A Ponte do Porto localiza-se sobre o rio Cávado na freguesia de Pousada, e liga os concelhos de Amares e Braga.
Constitui-se em uma ponte medieval. O seu nome, "porto" é uma palavra do arcaico Galaico-português com o significado de "ponto de passagem".
A ponte, em aparelho de granito, é constituída por onze arcos desiguais e um tabuleiro, estreito e irregular, com dois metros e oito decímetros de largura, entre muros de vedação, e cento e cinquenta metros de comprimento. Possui fortes talhamares a montante e tímpanos vazados nos elementos centrais.
Encontra-se classificada como Monumento Nacional em 1910.

16 junho 2018

Visitar a Igreja de Santa Maria Madalena da Falperra - Nogueira (Braga)

A Igreja de Santa Maria Madalena, também conhecida como Igreja da Falperra, situada na Freguesia de Nogueira, é uma igreja que foi construída com o objectivo de ser um santuário. Encontra-se na serra da Falperra.
A igreja foi construída no século XVIII e apresenta arquitectura religiosa Barroca.
O interior está revestido de azulejos do século XVIII do ceramista Policarpo de Oliveira Fernandes.
Esta Igreja está classificada como Monumento Nacional.

15 junho 2018

Visitar as Termas Romanas de Maximinos (Braga)

As Termas romanas de Maximinos, Braga foram decobertas, em 1977, por escavações arqueológicas no local que puseram a descoberto as ruínas de umas termas públicas junto ao "Forum" da antiga cidade romana de "Bracara Augusta".
Na antiga Roma as termas públicas eram vastos edifícios preparados para proporcionar aos habitantes ou visitantes da cidade a possibilidade de tomar o seu banho de acordo com as regras prescritas pela medicina da época. Segundo estas, o banhista devia começar por untar o corpo com óleos e praticar alguns exercícios de ginástica, desporto ou luta livre. Entrava depois numa sala muito aquecida, o sudatório, onde transpirava abundantemente. Passava então ao caldário, sala ainda aquecida, onde podia lavar-se e retirar os restos de óleo. Depois de uma curta passagem pelo tepidário, mergulhava na piscina do frigidário, cuja água gelada lhe revigorava o corpo, sendo em seguida massajado e untado de óleos aromáticos.
Estas Termas Romanas encontram-se classificadas como Monumento Nacional.

29 maio 2018

Visitar a Ermida de Santo André - Santiago Maior (Beja)

A Ermida de Santo André, localizada na Freguesia de Santiago Maior (Beja), insere-se na tradição construtiva gótico-mudéjar. O templo terá sido construído em finais do século XV ou princípios do XVI. Trata-se de um tipo de construção que encontra alguns paralelismos na região do Alentejo. Esta Ermida está classificada como Monumento Nacional.

27 maio 2018

Visitar a Igreja de Santo Amaro - Santa Maria da Feira (Beja)

A Igreja de Santo Amaro, localizada na Freguesia de Santa Maria da Feira (Beja), é uma igreja basilical, cuja fundação parece remontar à antiguidade tardia. Apesar de ter sofrido diversas alterações ao longo dos séculos conserva ainda parte da nave central.
Actualmente acolhe o Núcleo Visigótico do Museu Regional de Beja, cuja colecção de elementos arquitectónicos constitui o mais importante conjunto conhecido no território nacional. A sua existência justificou a classificação da cidade de Beja como capital do Visigótico em Portugal. Esta Igreja está classificada como Monumento Nacional.

Visitar o Castelo de Beja - Santa Maria da Feira (Beja)

O Castelo de Beja, localizado na Freguesia de Santa Maria da Feira (Beja), data da Invasão romana da Península Ibérica. Acredita-se que os muros de defesa romanos remontem a algum momento entre o século III e o século IV.
A primeira restauração dos muros de Beja data do reinado de D. Afonso III (1248-79), e iniciou-se a partir de 1253. No ano seguinte (1254), a povoação recebeu o seu foral nos mesmos termos do de Santarém, confirmado em 1291 no reinado de seu filho, D. Dinis (1279-1325). Este, por sua vez, prosseguiu as obras de reconstrução, reforçando e ampliando as muralhas e torres (1307) e iniciou a construção da torre de menagem (1310).
Até ao século XVII, o Castelo de Beja foi objecto de diversas ampliações e modernizações, particularmente no contexto da Guerra da Restauração da independência portuguesa, quando foi reforçado por baluartes conforme projecto do engenheiro-militar e arquitecto francês Nicolau de Langres, aprovado pelo engenheiro e cosmógrafo-mor do reino, Luís Serrão Pimentel, e pelo general Agostinho de Andrade Freire (1644). No período de 1669 a 1679 as obras foram dirigidas pelos engenheiros João Coutinho, Diogo de Brito de Castanheira e Manuel Almeida Falcão, porém jamais foram concluídas.
No século XX foi classificado como Monumento Nacional, mais tarde, iniciam-se as campanhas de consolidação dos troços das muralhas (1958, 1959-1962, 1969, 1970-1973, 1980, 1981 e 1982) e de recuperação da Torre de Menagem (1965, 1969, 1981).
A robusta Torre de Menagem, em estilo gótico, é considerada como um dos mais belos exemplos da arquitectura militar da Idade Média em Portugal. Eleva-se a quarenta metros de altura. A torre apresenta balcões angulares sobre matacães, unidos por varandins defendidos por ameias piramidais. É rasgada por portas ogivais e janelas geminadas, em arco de ferradura. As salas em seu interior, ricamente decoradas, apresentam tectos em abóbada em cruzaria de ogivas.
A porta principal do castelo abre-se em arco ogival e acede á praça de armas. Das primitivas portas restam ainda duas de origem românica: a Porta de Évora, contígua ao castelo; e o arco da Porta de Avis. A Porta de Moura é defendida por dois torreões.

21 junho 2012

Visitar a Igreja das Carmelitas - Glória (Aveiro)

A Igreja das Carmelitas, localizada na Freguesia da Glória (Aveiro) pertenceu ao antigo convento das Carmelitas Descalças, fundado em 1657. É um templo de traça austera, de estrutura arquitectónica maneirista, possuindo uma só nave e transepto saliente com capela-mor rectangular. O programa decorativo do interior vai do maneirismo ao rococó, com destaque para o recheio em talha dourada. 
Esta Igreja está classificada como Monumento Nacional.

08 outubro 2011

Visitar a Anta de Arca

A Anta de Arca, localizada na Freguesia de Arca, é um monumento megalítico de câmara poligonal com quatro esteios e cobertura, sem corredor e desprovida de mamoa.
Apresenta-se constituída de três blocos em posição aproximadamente vertical (esteios) com alguns outros já partidos, sobre os quais descansa uma grande lage (tampa ou mesa) a cobrir o espaço interior. Mede de altura cerca de 4,5 metros e a mesa 4,20 * 3,20 metros.
Está classificada como Monumento Nacional.

31 agosto 2011

Visitar a Igreja de Nossa Senhora da Assunção - Barcos

A Igreja de Nossa Senhora da Assunção, localizada na Freguesia de barcos, é um templo de arquitectura medieval, maneirista e barroca. De planta longitudinal, composta por nave, de estrutura medieval, capela-mor mais baixa e estreita, maneirista, e sacristia adossada à fachada lateral esquerda, com coberturas interiores diferenciadas, de madeira em masseira na nave e em falsa abóbada de berço de madeira com caixotões pintados na capela-mor, escassamente iluminada por frestas e janelas em capialço.
A fachada principal, em empena, com vãos rasgados em eixo, composto por portal escavado, em arco de volta perfeita assente em impostas salientes, de três arquivoltas, ornadas por motivos vegetalistas, e por fresta, também de volta perfeita. As fachadas são rematadas por friso e cornija na capela-mor e em cachorrada e cornija, na nave, atestando a sua maior antiguidade e épocas diferentes de construção, sendo as laterais rasgadas por portas travessas em arco apontado, com impostas salientes e arquivoltas decoradas por motivos geométricos e vegetalistas.
Sobre a fachada lateral esquerda ergue-se a sineira com três ventanas, a superior de menores dimensões, rematada por cornija e pináculos.
No interior da nave, preserva-se o coro-alto e dois arcossólios em arco apontado, que albergariam túmulos particulares, um púlpito quadrangular, com respectivo baldaquino, em estilo maneirista, de madeira com marchetados de bronze com acesso por porta de verga recta no lado do Evangelho. O arco triunfal, de volta perfeita, é totalmente revestido a talha de estilo barroco nacional que prolonga a estrutura dos retábulos colaterais, de planta recta e um eixo, de estrutura incaracterística, mas demonstrando um primitivo tratamento maneirista, com remate em tabela com aletas, e que foram remodelados para se adaptarem à estrutura de talha que envolveu o arco triunfal.
Preservam-se as coberturas internas pintadas com temática hagiográfica na capela-mor e na sacristia, tendo sido apeados os painéis da nave.
O retábulo do altar-mor, em talha dourada, de planta côncava e um eixo, é um belo exemplar do estilo barroco nacional, preservando-se o banco primitivo, em granito. O intradorso do arco triunfal ostenta pinturas murais de carácter decorativo, sendo possível verificar na Casa da Tribuna as pinturas murais que marcavam a parede testeira. Conserva cachorros com decoração românica no interior da sacristia, na parede que confina com a capela-mor.
Esta Igreja está classificada como Monumento Nacional.

19 agosto 2011

Visitar a Torre de Menagem de Chaves - Santa Maria Maior (Chaves)

A Torre de Menagem de Chaves, localizada na Freguesia de Santa Maria Maior, é Monumento Nacional. O conjunto é marcado pelo castelo medieval, em posição dominante sobre a cidade, com planta rectangular compreendendo internamente a torre de menagem e, externamente, fortificações abaluartadas ao estilo Vauban.
Do castelo medieval sobreviveu apenas parte da muralha e a torre de menagem. Esta, apresenta planta quadrangular com as dimensões de 12 m de lado por cerca de 28 m de altura, dividida internamente em rés do chão (cisterna) e mais três pavimentos com tecto em abóbada de berço. Nas paredes de granito rasgam-se algumas seteiras, e no alçado a leste, varandas de madeira. Coroada por merlões e ameias, nos vértices, pequenos balcões semicirculares são suportados por matacães. É acedida pelo primeiro pavimento, através de uma escada de pedra em ângulo, com guardas, também de pedra, e porta em arco de volta perfeita, com moldura torada, encimada por um brasão real com dezanove castelos.

Visitar a Ponte Romana de Chaves - Santa Maria Maior (Chaves)

A Ponte Romana de Chaves, com uma das suas extremidades localizada na Freguesia de Santa Maria Maior (Chaves) também designada, Ponte de Trajano, foi construída entre fins do século I e o início do século II d.C. A par do desenvolvimento das termas, constitui um dos melhores legados romanos da antiga Aquae Flaviae, que prevalece até aos nossos dias, resistindo a históricas cheias, e às fortes correntes do rio Tâmega. Com aproximadamente centena e meia de metros de comprimento e uma dúzia de arcos visíveis. Esta Ponte está classificada como Monumento Nacional.

04 agosto 2011

Visitar a Ponte Romana de Chaves - Madalena (Chaves)

A Ponte Romana de Chaves, que tem uma das suas extremidades na Freguesia da Madalena, é também designada, Ponte de Trajano, e foi construída entre fins do século I e o início do século II d.C.
Com aproximadamente centena e meia de metros de comprimento e uma dúzia de arcos visíveis, as obras efectuadas na década de 1930 cobriram alguns dos arcos e outros ainda soterrados na construção dos casarios ali implantados e sobranceiros ao rio. Esta Ponte é o Ex libris da cidade, e está classificada como Monumento Nacional.

12 julho 2011

Visitar o Pelourinho de Setúbal - Nossa Senhora da Anunciada (Setúbal)

O Pelourinho de Setúbal está localizado na Freguesia de Nossa Senhora da Anunciada, concelho e distrito de Setúbal, Portugal. A sua coluna de mármore branco possui um capitel do tipo coríntio.
Está classificado como Monumento Nacional.

25 junho 2011

Visitar a Igreja de São João Baptista (Tomar)

A Igreja de São João Baptista é de finais do século XV e tem um portal manuelino rematado por um coruchéu octogonal.

No interior há um púlpito esculpido em pedra, com azulejos denominados "Ponta de diamante" e pinturas do século XVI que incluem uma Última Ceia de Gregório Lopes.
A igreja foi classificada como Monumento Nacional em 1910.