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20 junho 2019

Visitar o Parque da Cidade - Castelo Branco

O Parque da Cidade, localizado na Freguesia de Castelo Branco, é um espaço verde bastante agradável, inserido na zona histórica da cidade. Com um traçado simples e elegante é composto por diversas árvores, lagos, onde se encontram patos e cisnes, corredores relvados, terminando numa grande pérgula circular.

19 junho 2019

Visitar o Paço Episcopal de Castelo Branco

 O Paço Episcopal de Castelo Branco, localizado na Freguesia de Castelo Branco, hoje o Museu Francisco Tavares Proença Júnior, é um exemplo da arquitectura religiosa residencial, renascentista, barroca e rococó.
Em finais do século XVI, D. Nuno de Noronha, bispo da Guarda, mandou construir o Paço Episcopal de Castelo Branco. Através das gravação lapidar e brasonada podemos verificar que a obra de edificação teve início em Maio de 1596 concluindo-se dois anos mais tarde. O edifício destinava-se a moradia temporária dos prelados, durante os períodos do Inverno, uma vez que o clima de Castelo Branco era um pouco mais ameno que o da Guarda. Em 1771, com a criação da diocese, o Paço de Castelo Branco tornou-se, então, residência episcopal de carácter permanente.
Foi apenas em 1711, que a residência de Castelo Branco foi objecto de obras de reedificação, por D. João de Mendonça. Nesta altura foi então construído o jardim, e ainda uma quinta ajardinada.
A partir da data da sua tomada de posse, 1782, o segundo bispo de Castelo Branco, D. Frei Vicente Ferrer da Rocha realizou logo obras de melhoramento no paço e algumas intervenções nos jardins e na organização espacial do bosque. Com a colaboração do arquitecto e frade dominicano Daniel da Sagrada Família foram realizadas intervenções no corpo erguido a norte que inclui a escadaria e a porta nobre, a varanda, a colunata e o salão de entrada o que conferiu ao paço uma maior capacidade.
Em 1786, deu-se grande incremento à aquisição de peças ornamentais que povoaram todo o paço.
Antecede o paço um enorme pátio murado, para onde está voltada a fachada principal. Esta é de dois pisos, tendo todo o piso superior características de andar nobre, pelo emprego de janelas de sacada rematadas por frontões contracurvados, em oposição às janelas simples, quadrangulares do piso térreo.
A fachada voltada para o jardim é mais pobre, e apresenta ainda elementos do antigo edifício quinhentista, onde se evidencia uma loggia. Também no interior se podem ver ainda estruturas do século XVI, hoje ocupadas por salas de exposição e já muito empobrecida, a antiga capela com tecto em caixotões de talha dourada com pinturas, do século XVIII, que representam as Litanias da Virgem e outras alegorias às Armas da Castidade.
A tipologia construtiva do paço influenciou muitas das construções da época e posteriores, tendo-se tornado numa referência para a arquitectura daquela zona.

Visitar o Museu da Seda - Castelo Branco

O Museu da Seda, localizado na Freguesia de Castelo Branco, tutelado pela Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental (APPACDM) de Castelo Branco, foi criado para dar a conhecer ao grande público a História da produção de Seda em Portugal, o ciclo de vida do Bicho da Seda, as aplicações convencionais e de tecnologia de ponta que se podem fazer a partir da utilização deste produto mal conhecido e, ainda assim, de inestimável valor.
O Museu é constituído por cinco salas. Na sala um, dá-se a conhecer informações sobre a seda, partindo-se do geral até chegar ao particular. A visita inicia-se com a apresentação da Rota da Seda, a sericicultura no nosso território, ainda antes da formação da nacionalidade, a sericicultura na Beira Interior e por fim, com uma análise cronológica, a actividade sericícola na APPACDM.
A sala dois – Sala dos Audiovisuais – é o espaço destinado à projecção de um pequeno filme sobre a produção da seda, com a colaboração de diferentes parceiros. As restantes salas denominam-se: Do Bicho ao Fio; Do Fio ao Tecido e do Tecido ao Produto Final. Nestes espaços pode compreender-se o processo de produção da seda, conhecer alguns instrumentos utilizados no método tradicional de se obter a seda e apreciar alguns objectos de seda.
Na Sala Técnica, os visitantes mais novos podem realizar actividades com o objectivo de consolidar os conhecimento e informações apresentadas ao longo da visita, numa experiência acompanhada e tutelada  por pessoal especializado.

18 junho 2019

Visitar o Museu Cargaleiro - Castelo Branco

O Museu Cargaleiro, localizado na Freguesia de Castelo Branco, tem como objectivo central a divulgação, estudo e conservação das peças que integram o acervo da Colecção de Arte da Fundação Manuel Cargaleiro. Um objectivo que se traduz na promoção e organização de exposições de carácter temporário ou temporário de longa duração.
Constituído por dois edifícios contíguos - o Solar dos Cavaleiros, um palacete construído no séc. XVIII, e um edifício contemporâneo - o Museu Cargaleiro situa-se no coração da Zona Histórica da cidade, nas imediações da Praça de Camões, popularmente conhecida como Praça Velha. O Museu Cargaleiro complementa a sua oferta com um conjunto de serviços, com destaque para o Serviço Educativo, Biblioteca de Arte/Centro Documental e Loja, para além de um pequeno anfiteatro ao ar livre, com condições para acolher as mais diversas actividades e espectáculos.

Visitar o Monte de São Martinho - Castelo Branco

O Monte de São Martinho, localizado na Freguesia de Castelo Branco, é um imponente morro de formação quartezítica, com densa vegetação endógena de aprazível beleza natural.
Do cabeço, avista-se em seu redor toda a planície do Vale do Tejo e, do lado poente, ergue-se a cidade de Castelo Branco.
Por toda a parte, na base e no monte de São Martinho, submergem de um passado longínquo vestígios năo só da presença romana na regiăo, como também marcas de um passado pré-histórico. Os primeiros vestígios remontam a um povoado fortificado da Idade do Bronze (castro), pelas muralhas e fragmentos de cerâmica e material lítico (instrumentos em pedra polida) ali encontrados.
No Outono de 1903, uma série de escavações no local, descobriram três estelas epigrafadas da Idade do Bronze. A estela da gravura em granito de grão fino, mede 2,22 metros de altura e 40 centímetros de largura. Pela sua estrutura, esta poderá assemelhar-se a um menir, no entanto, não se deverá confundir com monumentos megalíticos. A gravura gravada na estela representa uma figura humana, talvez de um guerreiro, de que parecem sair quatro cornos curtos, ou talvez, um capacete adornado com quatro plumas. A figura sustenta um arco e flecha sobre a cabeça. No lado esquerdo do guerreiro temos uma espada e no lado direito, um cinturão e um espelho.
O Monte de São Martinho e o Santuário de Nossa Senhora de Mércoles, constituem um rico espaço em recursos arqueológicos, religiosos, ecológicos, rurais, geomorfológicos e visuais.
O Monte de São Martinho está inserido no denominado "Triângulo Arqueológico de Castelo Branco" que engloba a área entre as capelas de Nossa Senhora de Mércoles, de Santa Ana e o referido monte.
O interesse arqueológico do local ficou reforçado pela descoberta de uma barragem romana junto à Capela de Nossa Senhora de Mércoles, pela existência de uma via romana/medieval e pela abundância de fragmentos cerâmicos e estruturas arquitectónicas do Período Romano.

Visitar o Miradouro de São Gens - Castelo Branco

O Miradouro de São Gens, localizado na Freguesia de Castelo Branco, que foi inaugurado em 1941, proporciona uma bela vista panorâmica sobre a Zona Histórica da cidade. Situado perto do Castelo, percorre-se uma longa subida para o alcançar, mas o esforço é recompensado pela bela paisagem que dali se avista. Os bancos de jardim e os muitos recantos à sombra convidam ao merecido descanso.
Originalmente construído para camuflar os depósitos de abastecimento de água à cidade, este espaço foi integralmente recuperado.
A partir do Miradouro de São Gens avista-se um largo horizonte: a Barragem de Santa Águeda ou da Marateca,  as encostas Sul da Serra da Gardunha e, mais ao longe, da Serra da Estrela, o Monte de São Martinho e, em dias limpos, uma área vasta que se prolonga até à Raia.

17 junho 2019

Visitar o Jardim do Paço Episcopal - Castelo Branco

O Jardim do Paço Episcopal (ou de S. João Baptista), localizado na Freguesia de Castelo Branco, foi mandado construir pelo bispo da Guarda, D. João de Mendonça, cerca de 1720.
No jardim estão as estátuas de S. João Baptista e a de Maria Madalena datadas de 1725.
Encostada ao Paço encontra-se a escadaria dos apóstolos de 33 degraus.
Em termos formais, o jardim divide-se em quatro sítios diferentes, mas ligados por diversos pontos de articulação: a entrada, o patamar do buxo, o jardim alagado e o plano superior.
A entrada actual do jardim pratica-se pela Rua Bartolomeu da Costa, desde 1936, ano em que foi projectada pelo engenheiro Manuel Tavares dos Santos. Os painéis murais revestidos a azulejaria, serviram de repositório de memórias mas nunca chegaram a preencher-se totalmente: vistas antigas da cidade e os retratos dos dois bispos impulsionadores da construção do jardim foram os motivos escolhidos. O portal é do séc. XVIII e veio das hortas ajardinadas.
O Jardim do Buxo tem planta rectangular e constitui o patamar principal.
Divide-se em 24 talhões, limitados por sebes e banquetas de buxo, e tem implantados 5 lagos com repuxos. Além disso, ostenta um elevado número de estátuas.
O Jardim Alagado, contíguo ao anterior, situa-se na banda Sul. Trata-se de um conjunto de canteiros de forma trapezoidal que, ilusoriamente, parece emergir do meio do lago, provocando um efeito visual surpreendente.
Entre estes dois espaços ajardinados situa-se o Lago das Coroas, com três peças de repuxos. O lago assenta sobre um varandim de cota superior ao jardim e nele desfila a quarta dinastia dos monarcas portugueses até D. José I, bem como D. Sebastião.

16 junho 2019

Visitar a Igreja dos Fradinhos - Castelo Branco


Visitar a Igreja de São Miguel e Sé Catedral de Castelo Branco

A Igreja de São Miguel e Sé Catedral de Castelo Branco, localiza-se na freguesia de Castelo Branco.
Esta Igreja remonta à Idade Média.
Originalmente de traçado românico, sofreu alterações ao longo dos séculos, sendo hoje maioritariamente visíveis os elementos da arquitectura barroca e rococó. O arco do cruzeiro foi alterado a cerca de 1608 sendo ainda visíveis vestígios da estrutura original do século XVI. As principais campanhas de intervenção arquitectónica ocorreram em 1682, visível nos dois níveis inferiores da fachada, de cariz barroco, e em 1691, com a introdução de pinturas da autoria de Bento Coelho em oito capelas. Em 1771, com a passagem de Castelo Branco a Diocese, a igreja eleva-se a catedral e recebe nesta altura obras de beneficiação. Em 1785 é reconstruída a capela-mor e em 1791 introduzidas pinturas de Pedro Alexandrino no retábulo (de 1785) e na Capela do Santíssimo. Outras intervenções de beneficiação foram executadas nos séculos XIX e XX.
A fachada principal é dominada por três portais no nível térreo (laterais com frontão triangular e central mais elevado com frontão curvo interrompido), duas janelas a ladear um nicho com uma estátua de São Miguel no nível intermédio, óculo circular no nível superior, e duas torres sineiras laterais. No interior, a nave longitudinal apresenta seis altares laterais em talha dourada.
Encontra-se classificado como Imóvel de Interesse Público desde 1978.

Visitar a Igreja de Santa Maria do Castelo - Castelo Branco

A Igreja de Santa Maria do Castelo, localizada na Freguesia de Castelo Branco, foi edificada no séc. XIII dentro do perímetro da muralha defensiva, a Igreja de Santa Maria foi a primeira igreja matriz de Castelo Branco. Até ao séc. XIV era no seu adro que se reuniam os homens-bons e as autoridades monástico-militares.
Destruída em 1640 durante as guerras de Portugal com Castela pela Restauração da Independência, incendiada em 1704 e vítima das Invasões Francesas que passaram por Castelo Branco lideradas pelo general Junot, acabou por cair em ruína, tendo sido completamente reconstruída no séc. XIX.
Na fachada lateral Norte, a parede sem reboco revela o primitivo templo românico. No interior, de nave única, ainda podemos encontrar algumas pedras tumulares antigas, entre as quais se vê o túmulo de um poeta albicastrense do séc. XVI, João Rois.

15 junho 2019

Visitar a Igreja da Misericórdia - Castelo Branco

A Igreja da Misericórdia, localizada na Freguesia de Castelo Branco, é também conhecida por Igreja de Santo António.
Uma primitiva igreja foi construída no séc. XVI por Simão Silva e em conjunto com uma casa que funcionava como hospital constituíam a Misericórdia.
É o barroco joanino que marca a fisionomia do actual edifício, na exuberância escultórica da fachada confinada à estreita rua em que se situa. No frontão do portal podemos ver a imagem de Santa Isabel e no cunhal do templo um nicho guarda a de Santo António.
No interior, de nave única, destacam-se as representações seiscentistas da Visitação e dos Esponsais de Santa Isabel com São Zacarias, nos altares das capelas laterais. A capela-mor tem um altar barroco de talha dourada e uma imagem de madeira policromada de São Francisco. No tecto de madeira pintado, podemos ver um trabalho local representando ao centro o Pentecostes.

Visitar a Fonte da Praça do Municipio - Castelo Branco


14 junho 2019

Visitar a Estátua do Dr. João Rodrigues - Castelo Branco

A Estátua do Dr. João Rodrigues, localizada na Freguesia de Castelo Branco, é uma homenagem ao médico português de religião judaica, também conhecido por o Amato Lusitano e nascido em Castelo Branco em 1511.

13 junho 2019

Visitar a Estação Ferroviária de Castelo Branco

A Estação Ferroviária de Castelo Branco, localizada na Freguesia de Castelo Branco, é uma interface de caminhos de ferro da Linha da Beira Baixa, que serve a localidade de Castelo Branco e foi inaugurada em 1891.

Visitar a Escadaria dos Apóstolos - Castelo Branco

A Escadaria dos Apóstolos, localizada na Freguesia de Castelo Branco, é escadaria monumental na qual desfilam estátuas dos apóstolos - identificáveis pelo símbolo do seu martírio. Ao fundo, no patamar, estão os quatro evangelistas e os animais que os identificam segundo a leitura do Apocalipse.

Visitar a Ermida de Nossa Senhora de Mércoles - Castelo Branco

A Ermida de Nossa Senhora de Mércoles, localizada na Freguesia de Castelo Branco, é um pequeno santuário onde se realiza uma festividade religiosa, acompanhada por uma feira popular, que tem início no terceiro domingo de Páscoa e dura três dias. A festividade tem origem numa romaria que se começou a fazer ao santuário, em 1601, no dia do Bom Pastor, por ser atribuído a Nossa Senhora de Mércoles o facto de ter livrado a cidade de uma epidemia.

Visitar o Edifício do Banco de Portugal - Castelo Branco

O Edifício do Banco de Portugal, localizado na Freguesia de Castelo Branco, é um projecto com traço do arquitecto Salles Viana, e foi inaugurado em 1892. Exemplo arquitectónico de uma época de produção indefinida apresenta características do classicismo, do barroco e do gótico.

12 junho 2019

Visitar o Edifício da Câmara Municipal de Castelo Branco

O Edifício da Câmara Municipal de Castelo Branco é o Antigo Solar dos Viscondes de Oleiros, uma construção do século XVIII, de gosto italianizante e localizado na Freguesia de Castelo Branco.
A fachada principal possui escadaria central com dois lanços convergentes e guarda em ferro forjado de barras verticais. No interior existem dois pisos com diferenciação funcional. O acesso ao piso nobre faz-se através de escadaria exterior. Possui um átrio principal com quatro portas simétricas cuja moldura apresenta recortes curvilíneos; integra lambril de azulejos policromos que representam cenas de caça e pesca.

Visitar o Cruzeiro de São João - Castelo Branco

O Cruzeiro de São João localiza-se na freguesia de Castelo Branco. É vizinho ao Parque da Cidade e ao Jardim do Paço.
Foi erguido no início do século XVI diante de uma igreja com a mesma denominação, templo esse demolido no início do século XX.
O Cruzeiro é em granito, de decoração vegetalista, apresenta ainda uma Cruz de Cristo. Na base, octogonal, foram esculpidas figuras humanas, acorrentadas, numa possível alusão à tentação.
Encontra-se classificado como Monumento Nacional.

Visitar o Convento da Graça - Castelo Branco

O Convento da Graça ou Convento de Nossa Senhora das Graças, localizado na Freguesia de Castelo Branco, é actualmente a sede da Santa Casa da Misericórdia de Castelo Branco.
No Convento da Graça encontrava-se a sepultura de Simão da Costa, o pai de Bartolomeu da Costa.
O actual edifício foi construído ao lado do conventinho (o conventinho ficou a ser a Igreja do convento) e é um exemplo da Arquitectura Chã, tão característica do final do séc XVI, do qual ressalta a estrutura clara e robusta do claustro. Por trás do altar-mor da Igreja da Graça encontra-se a Capela (carneiro) dos Fonsecas, construída por Diogo da Fonseca (um de quatro irmãos ilustres de Castelo Branco) para servir de mausoléu à sua família.

Visitar o Cine-Teatro Avenida - Castelo Branco

O Cine-Teatro Avenida, localizado na Freguesia de Castelo Branco, ocupa um gaveto do Campo da Pátria e da nova Avenida do Marechal Carmona, num terreno com a superfície de 2.050 metros quadrados.
Projectado pelos arquitectos Raul César Caldeira e Albertino Crujeiro Galvăo Roxo, o edifício tem uma área coberta de 1. 147 metros quadrados. O terreno sobrante, com a superfície de 903 metros quadrados, constitui uma esplanada para espectáculos ao ar livre.
Concebido no Estilo Moderno, é um exemplar característico da evolução da Arquitectura, operada no século XX.
Além do salão principal, balcão e camarins possui, nos seus três pisos, outros salões, botequins e todas as dependências inerentes a uma moderna casa de espectáculos.
A inauguração foi em 1954.
A sala apresenta agora uma lotação de 703 pessoas, 408 lugares na plateia, 264 no primeiro balcão e 7 camarotes com uma lotação de 31 lugares.

Visitar o Chafariz de São Marcos - Castelo Branco

O chafariz de São Marcos, localizado na Freguesia de Castelo Branco, foi construído em finais do século XVI, numa época em que os arrabaldes da vila cresciam e havia uma necessidade de efectuar.
De estrutura maneirista, o chafariz é composto por um espaldar definido por duas pilastras ladeadas por volutas que assenta num tanque rectangular. Ao mesmo tempo, o programa decorativo apresenta elementos inspirados na arquitectura manuelina, uma vez que no espaldar foram gravados relevos com a representação do escudo nacional, ladeado à direita pela esfera armilar e à esquerda por flores-de-lis sob a Cruz de Cristo. Em meados do século XIX a fonte já não era utilizada para o abastecimento da população.
Tem a nascente na encosta do Castelo.

Visitar o Chafariz da Rotunda do Milénio - Castelo Branco


11 junho 2019

Visitar o Centro de Interpretação do Bordado - Castelo Branco

O Centro de Interpretação do Bordado, localizado na Freguesia de Castelo Branco, visa contribuir para a revalorização, recuperação, inovação e relançamento do Bordado de Castelo Branco, forma de expressão artística ímpar.
A criação do Centro de Interpretação resultou da recuperação de um edifício iconográfico de Castelo Branco,  Domus Municipalis, antiga Casa da Vila, antiga Cadeia e, mais recentemente, Biblioteca Municipal.
De  beleza reconhecida e exemplo de originalidade no âmbito nacional, o Bordado de Castelo Branco apresenta duas características dominantes: a origem artística e o significado económico. A primeira manifesta a existência de uma arte própria, com estilo peculiar, a segunda evidencia a concentração desta indústria de bordado na zona do Distrito de Castelo Branco.
O Centro de Interpretação, para além de espaço museológico e loja, acolhe também a Oficina-Escola de Bordado de Castelo Branco, que reúne algumas das mais aptas bordadoras, artífices das peças de genuíno Bordado de Castelo Branco.
O Centro de Interpretação oferece ao visitante um espaço que reúne antigos artefactos e os mais recentes suportes digitais/tecnológicos, num  percurso que leva o visitante pelas origens do Bordado de Castelo Branco, desde a sementeira do linho à tecelagem, passando pela criação do bicho da seda e extracção da matéria prima,  evolução do Bordado e da técnica (pontos), bem como o enquadramento histórico e a simbologia.

Visitar o Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco

O Centro de Cultura Contemporânea de Castelo Branco, localizado na Freguesia de Castelo Branco e tutelado pela Câmara Municipal, promove e divulga a cultura contemporânea, estimula a criação artística.
O Centro está instalado num edifício da autoria do arquitecto catalão Josep Lluis Mateo, em colaboração com o arquitecto português Carlos Reis de Figueiredo, e localiza-se no Campo Mártires da Pátria (Devesa), o centro da cidade.
O Auditório conta com 275 lugares e está dotado com um sistema acústico de qualidade superior, sem recurso a sistemas de amplificação, da autoria do especialista catalão Higini Arau.