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21 novembro 2019

Visitar o Edifício do Seminário Maior de Coimbra - Almedina (Coimbra)

O Edifício do Seminário Maior de Coimbra, localizado na Freguesia de Almedina, é um edifício sui generis dada a sua arquitetura italiana e que apresenta de diversos espaços que merecem uma visita atenta.
Destacam-se a igreja da Sagrada Família, com a sua cúpula, considerada uma das mais bonitas do país; a capela-relicário de S. Miguel; a Biblioteca Velha, com mais de 9 mil livros de entre os anos de 1507 e 1800; os aposentos episcopais; a sala dos azulejos; e a Varanda do Mondego, que conta com uma magnífica vista sobre a cidade. São de salientar uma xilogravura da autoria de Monsenhor Nunes Pereira, uma tela do famoso pintor Grão Vasco e o órgão de tubos do século XVIII, construído em 1762 por João Fontana de Maquera, que se insere na categoria dos “órgãos ibéricos” e que possui 1500 tubos.

25 maio 2011

Visitar a Igreja Matriz de Avintes

A Igreja Matriz de Avintes foi construída em 1787, para substituir a outra mais antiga.
Esta Igreja possui uma fachada mo­desta, mas com linhas arquitecturais bastante harmónicas. Ao meio entre as pilastras, apresenta quase no vértice do frontispício um nicho, onde se encontra a imagem de S. Pedro, por baixo, a janela de linhas curvas do coro e a porta principal sobre a qual se des­taca, por entre os ornamentos, as insígnias pontificais do padroeiro.
Ao lado ergue-se a torre, um pouco desalinhada da fachada, re­matada por uma pirâmide quadrangular, onde se encontram 4 sinos de fabrico recente. Todo o edifício é coberto de azulejos antigos.
O interior apresenta altares colaterais, especial­mente o da Senhora do Rosário, os outros altares são o de Santa Ana e o do Senhor dos Passos.
A igreja foi pintada pelo bracarense Feliciano Joaquim da Costa. Essa pintura ainda perdura, apenas o tecto já foi restau­rado e reformado. O antigo era de aduelas de castanho pintadas de branco e tinha, sobre as cornijas laterais, ornatos coloridos entre os quais se salientavam doze escabelos de fantasia, sobre seis destes encontravam-se anjos sentados com flores e palmas na mão, e nos outros depunham urnas de flores, ao centro abriam-se três grandes florões.
O interior é decorado de rica talha dourada, merecendo espe­cial relevo a do altar da capela-mor e a dos altares do transepto, as quais são magníficos exemplares de talha joanina. O púl­pito, de base granítica, possui uma balaustrada simples de madeira. Quatro grandes janelas e o óculo da fachada deixam entrar a luz natural, fazendo realçar a beleza e harmonia desta igreja.
Quanto ao recheio, merece menção especial uma imagem em madeira da Nossa Senhora com o Menino, provavelmente do séc. XIV, bem como a de Santa Ana, do mesmo material, datada do séc. XVIII.
No que respeita ao órgão é provável que tenha sido trazido da capela da igreja dos Terceiros Dominicanos.
Na sacristia encontram-se os retratos a óleo de três avintenses falecidos no Brasil e que, no seu testamento, não esqueceram as confrarias mais importantes, bem como os de alguns párocos que por lá passaram.

06 junho 2010

Visitar a Igreja Matriz de Alpedrinha

A Igreja Matriz de Alpedrinha terá sido construída, provavelmente, no séc. XII e quatrocentos anos depois foi restaurada, tendo-lhe sido alterada todo a fisionomia frontal, facto que tem determinado os vários equívocos relativos à data da sua construção.
Posteriormente a Igreja sofreu reparações e modificações e até mesmo a Cruz da Ordem de Cristo que ostentava na frontaria foi arrancada e desapareceu.

Possui sete altares: Altar ou Capela Mór, altar de Nossa Senhora do Rosário, altar do Senhor das Almas, altar de Santa Ana, altar de S. João Baptista, altar de Nossa Senhora dos Altos Céus e altar do Santíssimo.



Tem ainda um magnífico órgão de tubos do século XVIII, a uma altura de três metros e meio, que tem entrada pela sacristia velha. Após largos anos de inactividade do órgão, por se encontrar degradado, foi restaurado pelo Mestre António Simões, afinador de órgãos de Condeixa-a-Nova, a quem estavam entregues praticamente todos os órgãos do país. E a 27 de Janeiro de 1985 o órgão reentrou ao serviço.