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30 abril 2011

Visitar a Igreja de Banho - Banho e Carvalhosa

Visitar a Igreja Matriz da Carvalhosa - Banho e Carvalhosa

Visitar o Ribeiro dos Mouros - Avessadas

Visitar o Moinho de Água das Fragas - Avessadas

Visitar o Moinho da Piela - Avessadas

28 abril 2011

Visitar a Capela de Ariz

Visitar a Estátua do Pedreiro - Alpendurada e Matos

Visitar a Fonte Seca - Alpendurada e Matos

Visitar a Estátua de São João Baptista - Alpendurada e Matos

A Estátua de São João Baptista, localizada na Freguesia de Alpendurada e Matos, está situada no centro de uma rotunda ajardinada.

Visitar o Mermorial de Alpendurada e Matos

27 abril 2011

Visitar a Igreja de São Miguel de Matos - Alpendurada e Matos

A Igreja de São Miguel de Matos, localizada na Freguesia de Alpendurada e Matos, já existia nos primeiros anos do século XX.
Ao longo do tempo recebeu algumas alterações e ampliações. Desde a construção de um novo coro e uma galilé, bem como a construção de uma torre, obras realizadas por volta dos anos vinte e trinta do século passado.
Em 1989, iniciou-se as obras naquela que viria a ser a actual Igreja de S.Miguel de Matos.

Visitar o Fontanário de Alpendurada e Matos

Visitar o Convento de Alpendurada - Alpendurada e Matos

O Convento de Alpendurada, localizado na Freguesia de Alpendurada e Matos, está actualmente transformado em Hotel. A adaptação foi feita mantendo a traça original e preservando a mística própria do local. As celas são hoje quartos que mantêm a austeridade de outros tempos. O cenário envolvente é de uma grande beleza paisagística, dominado pelo Douro e seus vinhedos.

Visitar a Campa Mediaval de Alpendurada e Matos

Visitar a Barragem do Torrão - Alpendurada e Matos

A Barragem do Torrão, localizada na Freguesia de Alpendurada e Matos, foi inaugurada em 1989, é a primeira barragem hidro-eléctrica sobre o Rio Tâmega, o maior afluente do rio Douro.
A albufeira desta barragem submergiu terras numa extensão de 31 km, sensivelmente até Amarante, mas os seus efeitos prolongam-se por 183 km.
Produz energia com capacidade para abastecer um total de 600 mil habitantes. Produz 233 milhões de Kilowatts por hora.

Visitar o Rio Tâmega - Marco de Canavezes

O Rio Tâmega, com curso de norte para sul, delimita grande parte do Concelho do Marco de Canavezes a oeste. Pelo seu caminho, além das paisagens, encontram-se inúmeras pontes e algumas praias fluviais.

Visitar o Rio Douro - Marco de Canavezes

O Rio Douro, vindo de regiões transmontanas, com curso de este para oeste, delimita o Concelho do Marco de Canavezes a sul, deixando no caminho encantadoras paisagens.

26 abril 2011

Visitar Marco de Canavezes

O Marco de Canaveses é uma cidade do Distrito do Porto com cerca de 9 042 habitantes. É sede de um concelho desde 1852 com 201,89 km² de área e 55 275 habitantes, subdividido em 31 freguesias: Alpendurada e Matos, Ariz, Avessadas, Banho e Carvalhosa, Constance, Favões, Folhada, Fornos, Freixo, Magrelos, Manhuncelos, Maureles, Paços de Gaiolo, Paredes de Viadores, Penha Longa, Rio Galinhas, Rosem, Sande, Santo Isidoro, São Lourenço do Douro, São Nicolau, Soalhães, Sobretâmega, Tabuado, Torrão, Toutosa, Tuias, Várzea da Ovelha e Aliviada, Várzea do Douro, Vila Boa de Quires, Vila Boa do Bispo.

O município é limitado a norte pelo município de Amarante, a leste por Baião, a sul por Cinfães, a sudoeste por Castelo de Paiva e a oeste por Penafiel.

Pequeno Resumo Histórico
O topónimo principal "Marco de Canaveses" é composto por dois elementos, sendo que o segundo será certamente uma alusão à cultura do cânhamo, outrora abundante nesta região. O primeiro elemento do topónimo, "Marco" derivaria de uma marca de pedra, divisória das freguesias de Fornos, S. Nicolau e Tuias.
O povoamento do território a que corresponde o actual concelho do Marco de Canaveses remonta a épocas bastante recuadas, tendo sido encontrados importantes vestígios do período neolítico, nomeadamente alguns monumentos funerários. Do tempo da ocupação romana, chegaram até aos nossos dias os vestígios de Tongóbriga, uma povoação romana de que restam as termas, o fórum, zonas habitacionais e uma necrópole.
O concelho do Marco de Canaveses foi criado em 1852 por decreto de D. Maria II, por anexação dos concelhos de Benviver, Canaveses, Soalhães, Portocarreiro, parte dos de Gouveia e Santa Cruz de Riba Tâmega. A vila foi elevada a cidade em 1993.

Geografia
Marco de Canaveses é fortemente marcado pelo seu relevo, com áreas a altitudes principalmente compreendidas entre 200 e os 600 metros, atingindo valores mais elevados nas Serras da Aboboreira e Montedeiras. O ponto mais alto do concelho situa-se a uma altitude de 962 metros, na Serra da Aboboreira, que é partilhada pelos Concelhos do Marco de Canaveses, Amarante e Baião. Na Serra de Montedeiras são atingidos valores de 640 metros. O Concelho é também percorrido por dois dos mais importantes rios portugueses, o Rio Douro e o Rio Tâmega. O Douro, vindo de regiões transmontanas, com curso de este para oeste, delimita o Concelho a sul, separando-o dos Concelhos de Cinfães e Castelo de Paiva. O Tâmega, com curso de norte para sul, delimita grande parte do Concelho a oeste, separando-o do Concelho de Penafiel. Outro rio que passa ao longo do concelho é o Ovelha, que vem directamente do Concelho de Amarante.

Clima
Devido ao seu relevo, o Marco de Canaveses tem um clima instável e marcadamente de extremos, com Invernos frios e rigorosos e com Verões quentes. A estação mais fria do ano é normalmente prolongada, descendo as temperaturas muitas vezes abaixo de 0°C. O nevoeiro é também presença constante. O frio é mais evidente, nas zonas a norte, bem como nas Serras da Aboboreira e Montedeiras, nas quais é comum nevar, registando-se por vezes temperaturas negativas na ordem dos -8°C. Durante os meses mais secos de Verão, poderão ser registadas temperaturas acima dos 30°C, podendo por vezes chegarem a valores perto de 40°C. No entanto, agradáveis dias de Verão poderão ser interrompidos por dias constantes de nublosidade e alguma chuva. A humidade relativa é bastante elevada, situando-se entre os 75% e os 80%.

Mata da Ribeira
Mata do Espinheiro
Moinho da Piela
Moinho das Fragas
Ribeira dos Mouros

Na Freguesia de Banho e Carvalhosa:
Igreja da Carvalhosa
Igreja de Banho

Na Freguesia de Constance:
Casa da Quinta
Cruzeiro
Igreja

Na Freguesia de Favões:
Alminha
Capela de Nossa Senhora da Piedade
Coreto
Cruzeiro
Espigueiro
Igreja de São Paio

Na Freguesia de Folhada:
Alminhas
Calvário
Capela de Nossa Senhora da Aparecida
Igreja
Nicho do Sagrado Coração de Maria
Ponte do Arco

Na Freguesia de Fornos:
Fonte Luminosa
Monumento ao Emigrante
Monumento aos Mortos da Grande Guerra
Museu Municipal
Ponte dos Caminhos de Ferro

Na Freguesia do Freixo:
Igreja
Monumento a Nossa Senhora de Fátima
Ruínas de Tongóbriga
Torre do relógio de Sol

Na Freguesia de Magrelos:
Fontanário
Igreja
Monumento a Nossa Senhora de Fátima
Quinta da capela

Na Freguesia de Manhuncelos:
Igreja

Na Freguesia de Maureles:
Alminhas
Cruzeiro
Igreja

Na Freguesia de Paços Gaiolo:
Alminhas
Barragem do Carrapatelo
Capela de São Martinho de Fandinhães
Igreja de São Clemente
Miradouro do Gaiolo

Na Freguesia de Paredes de Viadores:
Igreja de Nossa Senhora do Socorro
Igreja Paroquial

Na Freguesia de Penha Longa:

Parque de merendas de Montadoiras
Penedo da pena

Na Freguesia de Rio de Galinhas:
Alminhas
Casa dos Arcos
Fonte e lavadouro
Igreja

Na Freguesia de Rosem:
Calvário
Campanário
Espigueiro
Igreja
Monumento a Nossa Senhora de Fátima

Na Freguesia de Sande:
Capela de Nossa Senhora de Fátima de Laurentim
Capela de São Tiago
Igreja
Praia Fluvial do Vimieiro

Na Freguesia de Santo Isidoro:
Igreja

Na Freguesia de São Lourenço do Douro:
Fontanário
Igreja
Monumento a Nossa Senhora de Fátima

Na Freguesia de São Nicolau:
Capela de São Nicolau
Capela de São Lázaro
Capela do Espírito Santo
Casa da Cruz
Casa do Prado
Igreja
Pelourinho
Ponte sobre o Tâmega

Na Freguesia de Soalhões:
Capela de Santiago
Igreja
Capela de São Sebastião
Pelourinho

Na Freguesia de Sobretâmega:
Capela de São Sebastião
Chafariz do terreiro Santo
Igreja de Santa Maria
Praia Fluvial

Na Freguesia de Tabuado:
Igreja
Monumento a Nossa Senhora de Fátima

Na Freguesia de Torrão:
Cais
Coreto
Igreja de Santa Clara
Ponte Sobre o Rio Tâmega
Túmulo de Santa Clara

Na Freguesia de Toutosa:
Alminhas
Casa do Adro da Igreja
Casa do Largo
Casa do Ribeiro

Na Freguesia de Tuias:
Alminhas
Casa do Outeiro
Espigueiro
Igreja
Monumento a Nossa Senhora de Fátima

Na Freguesia de Várzea da Ovelha e Aliviada:
Alminhas
Calvário
Capela de São Lourenço
Capela do Espírito Santo
Igreja de São Martinho
Penedo da Rebeça
Torre Sineira

Na Freguesia de Várzea do Douro:
Alminhas
Cais de Bitetos
Capela de Nossa Senhora da Guia
Cruzeiro
Igreja Antiga
Igreja Paroquial
Praia Fluvial de Bitetos

Na Freguesia de Vila Boa de Quires:
Alminhas
Coreto
Igreja de Santo André
Monumento a Nossa Senhora de Fátima
Obras do fidalgo
Sepulturas

Na Freguesia de Vila Boa do Bispo:
Capela de Santo António
Capela do PinheiroLinkCoreto
Cruzeiro da Veiga
Mosteiro de Santa Maria
Ruinas da Capela de São Salvador

Onde Dormir:
Residencial do Marco
Quinta dos Agros
Casa da Quintã
Quinta de São romão do passal
Casa das vendas
Quinta de Mosteirô
Casa de Gondomil
Quinta da Várzea de Cima
Quinta do Cão
Casa do serdeiredo
Casa da Ribeira
Casa da Vila Nova
Casa do Impossível
Convento da Alpendorada
Quinta do Crasto
Residencial Nantilde
Solar da Carvalhosa
Aldeia Turística da Torre de Nevões
Casa da Ribeirinha
Casa de Andrães
Abrigo de Montanha

25 abril 2011

Visitar a Torre do Relógio - Fronteira

A Torre do Relógio, localizada na Freguesia de Fronteira, é uma construção do século XVII, concluída em 1618, que substituiu uma outra torre. A nova edificação foi recebendo várias alterações e o próprio relógio foi substituído em 1829.

Visitar a Ribeira Grande - Fronteira

Visitar a Praia Fluvial da Ponte - Fronteira

A Praia Fluvial da Ponte, localizada na Freguesia de Fronteira, junto à ponte romana sobre a Ribeira grande, é uma praia agradável e limpa, adaptada à prática de variadas actividades desportivas como a canoagem, natação, rappel, orientação, escalada, B.T.T. e passeios a cavalo ou de gaivota.

Visitar a Ponte Romana da Ribeira Grande - Fronteira

A Ponte Romana da Ribeira Grande, localizada na Freguesia de Fronteira, é de dez arcos semicirculares, de construção granítica. A sua origem, embora sem comprovação histórica, será Romana de inícios da era cristã.

24 abril 2011

Visitar o Pelourinho de Fronteira

O Pelourinho de Fronteira foi construído no Século XVI e retirado em 1865, foi reconstruído, mais tarde, em 1930 procurando manter parte do desenho original. A arquitectura revivalista introduziu-lhe, no entanto, novos elementos como o anel do fuste.

Visitar a Igreja de Vale de Seda - Fronteira

Visitar a Igreja de Nossa Senhora da Atalaia - Fronteira

A Igreja de Nossa Senhora da Atalaia, foi mandada construir pelo rei D. Sebastião no século XVI, tendo ficado terminada em 1559, mas durante vários séculos foi recebendo sucessivas alterações. Na fachada principal, destacam-se as duas torres quadrangulares, enquanto o interior tem três naves de arcadas redondas e apresenta um altar-mor todo feito em mármore. Os restantes altares são em talha barroca.

Visitar a Estátua de Nossa Senhora da Vila Velha - Fronteira

Visitar a Estação de Caminhos de Ferro de Fronteira

Visitar a Capela de Nossa Senhora das Almas - Fronteira

Visitar a Capela de Nossa Senhora das Dores - Fronteira

Visitar a Capela de Nossa Senhora da Vila Velha - Fronteira


Visitar a Torre do Relógio - Cabeço de Vide

A Torre do Relógio, localizada na Freguesia de Cabeço de Vide, não foi construída para relógio, embora no séc. XVI tenha passado a ter essa função.
Tem uma estrutura quadrangular em alvenaria com quinais de granito, quatro olhais e um sino. Na cúpula tem uma pirâmide quadrangular, com doze pequenas pirâmides de igual desenho, no patamar. O antigo relógio está voltado a sudeste e o novo para sudoeste. O mostrador do relógio primitivo tem a data de 1570.

Visitar as Termas Romanas de Cabeço de Vide

Visitar as Termas de Sulfúrea - Cabeço de Vide

As Termas da Sulfúrea, localizadas na Freguesia de Cabeço de Vide, ficam no vale da Ribeira da Vide, a cerca de 1 km para sueste da vila. O conjunto edificado possui três pisos que, para além das zonas de tratamento, incluem as zonas de recepção aos utentes, tratamentos, piscinas interiores, zonas de arrefecimento, ginásio, bem como vestígios da antiga zona termal. Estas águas estão indicadas para doenças do foro osteo-articular (reumatismo), respiratórias (asma, bronquite, sinusite, rinite) e da pele.

Visitar o Pelourinho de Cabeço de Vide

O Pelourinho de Cabeço de Vide encontra-se situado frente à Casa da Câmara, é feito de granito e tem na base uma plataforma quadrada com três degraus sobre a qual assenta o fuste octogonal. O seu capitel cónico com rebordo ostenta a Cruz de Avis no lado oposto ao das armas reais.
O Pelourinho tinha quatro ferros cravados no cimo da coluna onde os "criminosos" eram pendurados por uma corda colocada por baixo dos braços; outras vezes eram amarrados à coluna. Era numa destas posições que eram expostos à irrisão popular e aos castigos físicos, que variavam consoante a gravidade do delito ou com os costumes do tempo.
Este pelourinho está classificado como monumento nacional.

Visitar as Muralhas da Fortaleza - Cabeço de Vide

As Muralhas da Fortaleza de Cabeço de Vide tem dois mil e quinhentos metros quadrados de área, tem o desalinho oval de um castro, dentro do qual se poderiam abrigar guerreiros e habitantes de uma pequena povoação. No seu interior, o chão está sulcado de galerias subterrâneas que a ligam a antigas casas afidalgadas da Rua de Avis e à zona da Bica.

23 abril 2011

Visitar a Igreja de Nossa Senhora das Candeias - Cabeço de Vide

A Igreja de Nossa Senhora das Candeias, localizada na Freguesia de Cabeço de Vide, é um templo amplo de duas naves, sem grandes efeitos artísticos e de arquitectura popular.
O corpo principal, do século XVI, tem quatro arcos redondos de alvenaria e abóbada de meia cana; a nave lateral, mais curta, tem três arcos, também de alvenaria, e a sua abóbada de desenho medieval com nervuras onduladas, está dividida em quatro meias luas.
Frente ao Altar-Mor, ricamente entalhado em barroco do séc. XVII, existem três sepulturas do séc. XVI.
Na segunda capela ao lado da Epístola, encontra-se a campa subterrânea, fechada por uma lousa trabalhada e datada de 1653, de Frei Gaspar Ribeiro de Simas e de sua mulher, D. Francisca de Siqueira. No arco em frente foi fixado o seu brasão.

Visitar a Igreja do Espírito Santo - Cabeço de Vide

A Igreja do Espírito Santo, localizada na Freguesia de Cabeço de Vide é do período áureo da Vila, mais propriamente do início do séc. XVI. O Pórtico principal, o lateral, e o retábulo da sepultura de Brás Gonçalves Figueiró são de mármore.
O telhado está oculto por uma platibanda guarnecida com ameias paralelepipédicas truncadas; o campanário é clássico, com um sino, do séc. XVI, outro do séc. XVII e uma sineta no olhal cimeiro.
A nave lateral foi acrescentada para ampliar o espaço da igreja.

Visitar a Estação de Caminhos de Ferro de Cabeço de Vide

A Estação de Cabeço de Vide é um edifício de linhas graciosas, agradável no seu traçado, nos seus granitos trabalhados, no beiral e cimalha e nos lindíssimos painéis de azulejos policromados, pintados por L Batistini,em 1933.
Os motivos dos painéis exteriores são mesmo sugestivos. Há porcos no montado, apanha da azeitona, trajes do campo e da Vila, criação de cavalos, pastoreio de ovelhas, debulha do trigo com bestas, tiragem da cortiça, lavra da terra com muares, a sementeira, a ceifa, o transporte do trigo para a debulha, a Torre do Relógio a Casa da Câmara e o Pelourinho.
No alto da fachada, há outro painel emoldurado de flores, com o Escudo das Quinas ao centro.
A Estação foi desactivada há algumas décadas e foi recentemente alvo de uma intervenção de recuperação e adaptação transformando-a na actual magnífica Estalagem Rainha D. Leonor.

Visitar a Anta da Serra das Penas - Cabeço de Vide

Visitar Fronteira

Fronteira é uma vila portuguesa no Distrito de Portalegre com cerca de 3 300 habitantes.
É sede de um município com 245,20 km² de área e 3 286 habitantes (2006), limitado a norte pelo município de Alter do Chão, a leste por Monforte, a sueste por Estremoz, a sul por Sousel e a oeste por Avis.
O foral do concelho foi concedido por D. Manuel I em 1512.
As freguesias de Fronteira são as seguintes: Cabeço de Vide, Fronteira, São Saturnino

Pequeno Resumo Histórico
A presença humana está assinalada nos territórios de Fronteira desde há mais de 10 mil anos.
Quanto à povoação, a mesma terá sido fundada no reinado de D.Dinis, havendo o registo de que em 1236 a igreja de Fronteira ou Frontaria fica na posse da diocese de Évora. Em 1512 D. Manuel I dá-lhe foral.
Depois de séculos em que integrou apenas as freguesias de Nossa Senhora da Atalaia de Fronteira e de São Saturnino, ao longo do século XIX o concelho de Fronteira contou com múltiplas alterações, integrou freguesias dos concelhos de Estremoz, de Monforte e de Sousel, com significativas mudanças sucessivas e que incluíram ainda a extinção do próprio concelho de Fronteira (em 1867), integrado no de Alter do Chão, mas logo restaurado (1868).
Em 1855 foram extintos os concelhos de Veiros e Sousel, anexando as suas freguesias ao de Fronteira, que desse modo passou a compreender, para além das freguesias de Nossa Senhora da Atalaia e de São Saturnino, as freguesias de São Bento de Ana Loura, Santo Aleixo, São Pedro de Almuro, Rei Salvador, Santo Amaro, Nossa Senhora da Graça de Casa Branca, Nossa Senhora da Graça de Cano, Nossa Senhora da Graça de Sousel e São João da Ribeira.
Em 1863 é restaurado o concelho de Sousel. Depois em 1869 é desanexada a freguesia de São Bento de Ana Loura e em 1871 a de Santo Aleixo, em 1872 foram desanexadas as freguesias de Rei Salvador e São Pedro de Almuro, voltando Fronteira a conter apenas as suas freguesias primitiva de Nossa Senhora da Atalaia e de São Saturnino, acrescidas da de Santo Amaro.
Depois Fronteira vem ainda a receber as freguesias de Vaiamonte e novamente São Pedro de Almuro que voltam a ser desanexada em 1898 para integrar o concelho de Monforte.
Finalmente já em pleno século XX, por decreto de 21 de Dezembro de 1932, Santo Amaro passa a integrar o concelho de Sousel e o de Fronteira integra a freguesia de Nossa Senhora das Candeias, antigo concelho de Cabeço de Vide extinto em 1855 e então integrado no de Alter do Chão.

O que Visitar

Onde Comer

Na Freguesia de Fronteira:
Café Restaurante o Poste
Café Restaurante Três Bicos
Restaurante A Ribeira
Café Restaurante Fonte Nova
Pensão Central
Restaurante A Piscina
Café Restaurante O Atlético
"Frango no Churrasco"

Na Freguesia de Cabeço de Vide:
Restaurante a Muralha
Restaurante Avenida
Café Restaurante O Pedro
Café Restaurante Termas de Sulfúrea
Café Restaurante Pastor
Restaurante Vasco da Gama

Onde Dormir

Na Freguesia de Fronteira:
Residencial A Estalagem
Pensão Central

Na Freguesia de Cabeço de Vide:
Hotel Cadenlária
Quinta do Cabeçote
Casa dos Chaminés
Solar Simas Cardoso
Casa de Campo Herdade da Ordem
Residencial Sulfúrea